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Colunista Destaque – Alderico Sena

A OSCIP Rio Limpo vem a público manifestar profunda preocupação com a ausência de resposta do Governo do Estado da Bahia ao pedido formal de audiência protocolado em setembro de 2025 para tratar da revitalização do Rio Joanes e seus afluentes.

 

O Rio Joanes é um dos principais mananciais responsáveis pelo abastecimento de água da Região Metropolitana de Salvador. Sua degradação não é apenas uma questão ambiental — é uma questão de saúde pública, dignidade humana, desenvolvimento econômico e segurança hídrica para milhares de famílias baianas.

 

A falta de vontade política compromete a revitalização do Rio Joanes.

 

Em setembro de 2025, a OSCIP Rio Limpo solicitou audiência formal ao governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues e aos Prefeitos de Salvador, Bruno Reis, Debora Regis de Lauro de Freitas e Luiz Caetano de Camaçari, para tratar da revitalização do rio e de seus afluentes.

 

Até agora, não houve manifestação oficial.

 

Quando um governo não responde a um pedido para discutir água, precisamos refletir:

Que prioridade estamos dando à vida?

 

A ausência de diálogo institucional diante de um tema estratégico para o presente e o futuro da Bahia gera preocupação e reforça a percepção de falta de prioridade política para a pauta ambiental.

 

A OSCIP Rio Limpo informa ainda que aguarda a definição da data da audiência pública junto à Comissão de Meio Ambiente da Assembleia Legislativa da Bahia, espaço democrático fundamental para que o debate seja ampliado e a sociedade tenha respostas concretas.

 

A luta pela revitalização do Rio Joanes não é uma pauta ideológica. É uma pauta civilizatória.

 

 Não se trata de oposição, mas de compromisso com a vida.

 

A degradação ambiental revela uma inversão de valores que precisa ser enfrentada com responsabilidade, transparência e ação efetiva.

 

Ao longo dos anos, foram realizados Workshops, seminários, encontros, documentários, entrevistas e artigos publicados nos meios de comunicação, audiências públicas e debates em instituições acadêmicas como a UNIME, além de discussões Câmaras Municipais, na Assembleia Legislativa da Bahia, no Ministério Público do Estado da Bahia, OAB, INEMA, bem como com o Secretário da Secretaria de Meio Ambiente do Estado, dentre outros.

 

O silêncio institucional não pode substituir o diálogo. A omissão não pode prevalecer sobre a preservação.

 

A OSCIP Rio Limpo reafirma sua disposição ao diálogo e cobra do Poder Público um posicionamento claro, cronograma de ações e compromisso público com a recuperação da bacia do Rio Joanes.

 

Água é vida.

 

E a vida exige prioridade.

 

Fenando Borba – Presidente OSCIP Rio Limpo – oscipriolimpo@gmail.com

Alderico Sena – Conselheiro – 

Colunista Destaque – Alderico Sena


Proposta de aperfeiçoamento institucional busca fortalecer a atuação das forças de segurança e preservar a imagem da Bahia como referência nacional do turismo.

 

Diante de registros públicos que apontam possíveis condutas inadequadas praticadas por agentes de segurança durante o período do Carnaval, venho a público defender a necessidade de uma reflexão institucional, técnica e apartidária sobre a atuação das forças de segurança nos estados.


A Constituição Federal, em seu artigo 144, estabelece que a segurança pública é dever do Estado, devendo ser exercida com preparo técnico, equilíbrio emocional e absoluto respeito aos direitos fundamentais. Da mesma forma, a Lei nº 13.869/2019 (Lei de Abuso de Autoridade) define parâmetros objetivos para a atuação dos agentes públicos, assegurando proteção ao cidadão e segurança jurídica ao servidor no exercício regular de suas funções.


Nesse contexto, proponho às autoridades — ao Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, ao Ministro da Justiça e Segurança Pública, ao Prefeito de Salvador, Bruno Reis, e ao Governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues — a realização de uma reunião institucional ampliada, com a participação da Secretaria de Segurança Pública, do Comando da Polícia Militar, da Guarda Municipal, da Comissão de Direitos Humanos, do Poder Judiciário, da OAB e de representantes dos blocos e artistas que atuam no Carnaval.


O objetivo é avaliar, de forma técnica e preventiva, eventuais aperfeiçoamentos nos protocolos operacionais, bem como discutir a criação de uma Comissão Técnica para a elaboração de um Manual de Deveres e Direitos do Policial — instrumento capaz de fortalecer a instituição, valorizar os profissionais da segurança e assegurar o pleno respeito aos direitos da população.


A preservação da ordem pública deve caminhar ao lado da dignidade da pessoa humana.

A Bahia, referência nacional do turismo, precisa continuar sendo símbolo de organização, hospitalidade, alegria e segurança, garantindo aos visitantes e ao povo baiano um Carnaval marcado pela paz, pela confiança e pela eficiência institucional.


Reitero minha confiança nas instituições e no diálogo como caminho para o aprimoramento contínuo da segurança pública.


Coloco-me à disposição para contribuir tecnicamente com essa construção coletiva.


Alderico Sena

Especialista em Gestão de Pessoas

 

Colunista Destaque – Alderico Sena


“Educação não é cara. Cara é a ignorância.” A frase de Leonel Brizola permanece atual ao sintetizar um dos principais desafios do Brasil: sem educação de qualidade, não há democracia sólida nem desenvolvimento sustentável.

 

A crise enfrentada pelo país vai além da política e da economia. Trata-se, sobretudo, de uma crise de valores. A sociedade apresenta sinais preocupantes de intolerância, violência e indiferença, reflexo da fragilidade na formação cidadã e no fortalecimento da estrutura familiar. Como afirmou Papa João Paulo II, “a dignidade do homem reside na família”. Família e escola continuam sendo pilares fundamentais na construção de uma sociedade equilibrada.

 

A ausência do exercício pleno da cidadania, somada a comportamentos antiéticos e à desvalorização da responsabilidade coletiva, contribui para o agravamento das desigualdades sociais, da violência e da corrupção. Episódios recentes, como o caso ocorrido em Itumbiara e registros de maus-tratos a animais em Florianópolis, evidenciam o nível de deterioração social que preocupa e exige reflexão profunda.

 

A chamada “Jovem Guarda” das décadas de 1950, 1960 e 1970 — movimento que celebrou o amor, a alegria e a força da juventude, distante de polarizações políticas — está se despedindo. E a pergunta permanece: onde está a renovação de valores que promovam união, respeito e convivência harmoniosa?

 

A crise ética também se manifesta na gestão urbana e na preservação do patrimônio histórico. Em Salvador, a situação do Centro Histórico evidencia a ausência de políticas públicas eficazes e de visão estratégica para preservar um dos maiores símbolos culturais do país. Em reportagem publicada no jornal A Tarde, na edição de 15 de fevereiro, o jornalista Levi Vasconcelos destacou o apelo de lideranças culturais diante do abandono da região. “O Centro Histórico não é apenas um espaço urbano: é patrimônio cultural e parte essencial da identidade nacional.” Clarindo Silva

 

Outro ponto sensível é a substituição de valores estruturantes por interesses imediatistas. Ambição desmedida, busca por poder e vantagens pessoais têm se sobreposto a princípios como ética, profissionalismo, respeito e solidariedade. O resultado é uma sociedade marcada pela incoerência entre discurso e prática.

 

No campo político, essa contradição torna-se ainda mais evidente. Discursos de integridade nem sempre se traduzem em ações consistentes, e a tolerância social com comportamentos incoerentes contribui para a perpetuação de lideranças que não correspondem às expectativas da população.

 

A transformação desse cenário exige mudança de postura coletiva. O voto consciente é instrumento legítimo de fiscalização e renovação democrática. Mais do que reclamar, é necessário participar, acompanhar e cobrar resultados.

 

Resgatar a educação de qualidade, fortalecer a família, preservar o meio ambiente e valorizar o patrimônio cultural são medidas indispensáveis para reconstruir a confiança social. O futuro do país depende das escolhas feitas no presente — individuais e coletivas.

 

O Brasil precisa de atitude.

E a atitude começa em você.  CPI do eleitor é o voto consciente! Seja a mudança!

 

Alderico Sena – Consulte e leia bons artigos com o puro jornalismo aldericosena.com

 

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