top of page

Colunista Destaque – Alderico Sena

 

Natal: época de reflexão, mudança de comportamento e fortalecimento da paz e da família

O verdadeiro significado do Natal é celebrar o nascimento de Jesus Cristo, que trouxe ao mundo amor, paz, esperança e redenção. É um convite à reflexão, à fé, ao perdão e à solidariedade, destacando a essência da união, do cuidado e do respeito ao próximo.

Da mesma forma, o Ano Novo simboliza renovação, esperança e recomeço. Marca a transição entre ciclos e nos chama a uma revisão educacional, moral, comportamental e espiritual, para que iniciemos o novo ano mais conscientes e comprometidos com o bem.

 

A inversão de valores no ser humano

 

A sociedade vive um período preocupante de distorção moral e ética, no qual comportamentos antes condenados passaram a ser aceitos ou normalizados. Essa inversão destrói virtudes como honestidade, respeito e responsabilidade, fortalecendo o individualismo, o imediatismo e o materialismo.

 

  • Moralidade: O enganador é visto como “esperto”, e o trabalhador honesto como “ingênuo”.

  • Respeito: A autoridade — de pais, professores ou líderes — perde valor.

  • Mídia e cultura: Exalta-se o “malandro”; ridiculariza-se o bom caráter.

  • Relações pessoais: Compromisso e fidelidade são substituídos pelo efêmero.

  • Instituições: A família, base da sociedade, perde sua força.

  •  

Causas e Consequências

Causas: Mudanças sociais aceleradas, influência da mídia, individualismo e, segundo algumas visões, manipulação de valores.

Consequências: Violência, conflitos, desigualdade, consumismo e perda de referências éticas.

 

O que fazer

 

Construir um país melhor exige:

  • Educação ética e cidadã

  • Fortalecimento da família, primeira escola da vida

  • Equilíbrio entre o individual e o coletivo.

 

Os jovens devem aprender que a Lei Máxima da Sociedade é o:

AMOR AO PRÓXIMO!

 

Não podemos esquecer: violência contra a mulher é covardia e destrói a formação emocional das novas gerações.

 

Para 2026, consciência, respeito, cooperação e solidariedade precisam ser pilares das famílias e da sociedade.

 

É preciso ensinar as novas gerações a SER, e não a TER.

 

O cidadão que desconhece seus deveres e direitos é um SER Humano pela metade.

 

Alderico Sena – Especialista em Gestão de Pessoas - @aldericosena – aldericosena.com

 

 

Colunista Destaque – Alderico Sena


O que a sociedade precisa saber: quem não lê, mal ouve, mal vê, mal fala — e acaba sendo enganado.

 

Defendo a criação, desde o primeiro e segundo graus, de disciplinas voltadas para educação associativa e ambiental, para que alunos e futuros profissionais adquiram princípios e valores do cooperativismo: cooperação, ajuda mútua, solidariedade e respeito. É assim que se formam gerações melhores e mais conscientes.

 

É na educação dos filhos que se revelam as virtudes dos pais.

Educação vem do exemplo, das atitudes e, com toda certeza, vem de berço.

 

Disciplina, limites e responsabilidade são necessários desde as primeiras letras. Como já se disse: “Educação não é cara. Cara é a ignorância.”

 

Hoje, muitas crianças não respeitam mais os professores.

A educação é a ferramenta básica para socializar o ser humano.

 

O envolvimento de jovens no crime, em golpes, fraudes e violência cresce de forma assustadora. Vivemos uma realidade triste: pais enterrando filhos — algo impensável no passado.

 

Considerando que educação e política são pilares da estrutura social, da inclusão e da sustentabilidade familiar, é necessário reconhecer que o retrocesso socioeconômico do País também decorre da falta de investimentos em educação.

 

É preciso refletir sobre a mensagem de Darcy Ribeiro:

“A crise da educação no Brasil não é uma crise; é um projeto.”

 

Um sistema cruel mantém o povo sem educação, desinformado, despolitizado e desinteressado pelos assuntos nacionais — justamente para garantir o controle e a permanência no poder. É no governo que se decidem os destinos do País e as condições de vida da população.

 

Defendo que pais e escolas ensinem aos filhos e alunos a mensagem de Bertolt Brecht: o “analfabeto político” é aquele que, por falta de interesse ou conhecimento, se omite e não participa da vida pública. Desconhece como as decisões afetam seu cotidiano — custo de vida, saúde, segurança — e, por isso, torna-se presa fácil de discursos enganosos. Essa ignorância abre portas para políticos corruptos e corrói a cidadania.

 

A cidadania precisa aprender a defender, escolher e votar em políticos e governantes que respeitem os símbolos nacionais e cumpram os princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade e eficiência, previstos no Art. 37 da Constituição Federal.

 

A desestruturação familiar e educacional, assim como o retrocesso do Brasil, também são consequências da má escolha dos representantes políticos responsáveis pelos destinos dos 5.570 municípios, 26 estados, Distrito Federal e do País.

Educação forma cidadãos.

“Educação não transforma o mundo. Educação muda pessoas. Pessoas transformam o mundo.”

 

Educar é relacionar. Sem educação, não há relação com o outro nem com o mundo.Daí nasce o crescimento da violência — principalmente contra a mulher.

 

Acredito que a educação é o melhor caminho para formar cidadãos melhores, capazes de respeitar o próximo e de transmitir bons exemplos desde as primeiras letras, para que, no futuro, não sejam manipulados pelo sistema e pelo mundo digital.

 

É preciso refletir: pais estão enterrando seus filhos devido ao envolvimento de jovens com o crime e com o digital sem limites — caminhos sem volta.

 

A sociedade é corresponsável pelos desmandos praticados contra o Brasil.Sabe votar, pagar impostos e reclamar dos políticos, mas esquece que foi ela quem os colocou lá.

A sociedade não é vítima: é parte do problema.

 

A verdadeira CPI do eleitor é o voto consciente — capaz de expurgar políticos que não honram o mandato, não defendem os interesses coletivos e priorizam práticas ilícitas, imorais e interesses pessoais ou de grupos.

 

O Brasil que queremos depende de nós. Não defenda candidato nem partido, defenda o caráter e o compromisso do Homem que venha escolher para lhe representar, considerando que caráter não tem preço.

 

O momento exige reflexão e mudança de comportamento.

 

Nas eleições de 2026, valorize seu voto e a si mesmo, eleitor.Pesquise a história dos candidatos, defenda a educação como investimento e faça escolhas conscientes.

 

Educação e política são os caminhos para o Brasil que sonhamos.

Seja a mudança. Querer é poder!

 

Se você gostou dessa reflexão,

curta, compartilhe e siga o canal.

 

Alderico Sena – Especialista em Gestão de Pessoas - @aldericosena – aldericosena.com

 

Colunista Destaque – Alderico Sena

O Brasil seria um país muito melhor se todos entendessem esta frase: “Se puder, ajude o próximo. Se não puder, não julgue e não lhes faça mal. O sol nasce para todos.”


Todo homem é responsável pelo próprio destino, pelo destino da humanidade e pelo país que deseja construir — seja por suas ações ou por suas omissões. Quem cria e descria qualquer coisa é o homem; e quem ensina a vida é a própria vida.


A sociedade tornou-se cruel consigo mesma. Falta confiança, falta segurança e falta em quem acreditar. As pessoas não confiam mais umas nas outras, dominadas pela hipocrisia e pela ausência de profissionalismo.


Resgatar a família, a educação e o Brasil tornou-se prioridade absoluta diante da inversão de valores, da ambição desmedida e do poder do capital que passaram a dominar o ser humano no mundo contemporâneo.


Caráter, competência, compromisso, hierarquia, ética profissional, lealdade, coleguismo, respeito e solidariedade deixaram de ser regra em muitos ambientes sociais, profissionais, institucionais e até familiares. Princípios e valores humanos, com raríssimas exceções, se perderam ou deixaram de existir.


Hipocrisia é fingir ter sentimentos, virtudes ou crenças que não se possui. É agir de modo contrário ao que se prega. É enganar, ludibriar — muitas vezes de forma intencional.


Seu oposto é a sinceridade: dizer a verdade e agir com honestidade em todas as circunstâncias.


Autenticidade, transparência, integridade, franqueza, veracidade, lealdade, coerência, consistência e confiabilidade — todos esses valores incomodam o Sistema.


Antigamente, a educação em casa e na escola ensinava a falar a verdade e defender o que é certo. Hoje, se quiser conhecer o caráter de alguém, basta parar de atender aos seus interesses.


Caráter vale mais que qualquer conhecimento técnico, porque habilidades se ensinam; caráter, não.


Não faltam profissionais no mercado — falta profissionalismo.


O empreendedorismo sempre exigiu atitude e iniciativa: fazer sem esperar ordens. O tripé conhecimento – habilidade – atitude continua essencial em qualquer área:–Conhecimento é dominar o assunto;– Habilidade é transformar esse conhecimento em algo produtivo;– Atitude é agir por iniciativa própria.

 

Mas mesmo com esse tripé, o mercado continua reclamando: faltam profissionais completos. Muitos saem formados, mas sem habilidades, sem atitudes e sem a essência do profissionalismo.


Há também aqueles que possuem conhecimento, habilidade e atitude, mas ainda assim não são competentes. Falta algo na formação: respeito profissional, comunicação, relações interpessoais, liderança, ética, responsabilidade, educação, capacitação e compromisso com as regras institucionais — públicas e privadas — sempre observando deveres e direitos.


No mundo dos negócios, o que realmente faz diferença é o contato pessoal e direto entre quem serve e quem deve ser servido.


Profissionais existem aos montes; o que faltam são profissionais treinados, qualificados e verdadeiramente comprometidos.


O profissional do conhecimento transforma-se em agente do próprio destino.


Um grande exemplo disso é o jogador Éverton Ribeiro, do Esporte Clube Bahia. Mesmo após passar por uma cirurgia de câncer na tireoide, segue mostrando competência, profissionalismo e compromisso com o Clube e com a Nação Tricolor.

 

Outro exemplo é o treinador do Palmeiras, Abel Ferreira, que ainda não assinou um novo vínculo com o Verdão, mas garantiu que permanecerá no clube e deseja renovar o contrato até 2027:

“Quero dizer a vocês que minha palavra vale mais que uma assinatura.”

 

Parabéns, Éverton e Abel, entre tantos profissionais de diversas áreas — cientistas, pesquisadores, professores, médicos etc. — que honram princípios e valores éticos, morais e profissionais.


É preciso SER para TER.

 

Diante disso, a marca da educação e da profissionalização só pode ser a eficiência.


Se o foco é eficácia, então a marca da educação — dos pais aos filhos e da escola aos alunos — deve ser uma só: formar cidadãos e profissionais para servir sempre mais e melhor, com simplicidade, humildade e eficiência ao público e ao cliente.

 

Se você gostou dessa reflexão,

curta, compartilhe e siga o canal.

 

Alderico Sena – Especialista em Gestão de Pessoas @aldericosena – site: aldericosena.com

 

Categorias:
Arquivos:
Contate-nos

Obrigado pelo envio!

Pagina do Facebook:
  • Facebook Basic Square
bottom of page