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Colunista DestaqueAlderico Sena


Princípios e valores desapareceram no ser humano. A inversão de valores conquistou espaço nas famílias, na mídia e nos Poderes Constituídos. A família é a essência de tudo.

 

A mídia “A vista da Nação” e os Poderes Constituídos tem por objetivos defender direitos e deveres do povo e o crescimento do país. Exercer cidadania é preciso se queremos deixar para os filhos dos nossos filhos um Brasil melhor, no entanto se faz necessário impor limites, disciplina, responsabilidade e compromisso com as coisas coletivas e do País. Educação é uma responsabilidade dos pais, escola é o espaço de ensino e conhecimentos.

 

Tempos atrás filho não poderia chegar em casa com uma borracha, lápis que não fosse seu… Estamos vivendo num tempo em que tudo pode. No passado um fio de bigode de HOMEM e palavras dos pais, valiam e muito: “Primeiro a obrigação, depois a devoção.”

 

Lembro-me muito bem de quando adolescente, bastava um olhar dos pais e dos professores para sentir que estava fazendo alguma coisa errada.

 

O tempo passou e tudo pode, o consumismo, agrado e irresponsabilidade em troca de limites e disciplina, o pior é que a cada dia vemos, desrespeito, agressões entre casais e carências de filhos, devido os péssimos exemplos, o que tem contribuído para o crescimento da violência contra as mulheres, dentre outros males para sociedade e famílias.

 

Outro erro gravíssimo de pais é a transferência de responsabilidade da educação dos filhos para escola. Em outros tempos o Professor era lei máxima na escola, hoje, por conta da educação está deseducada em casa, leis, proibições e pais vorazes por justiça atacam os MESTRES PROFESSORES que ajudam e ensinam seus filhos a não respeitarem ninguém.

 

Educar não é espancar, é ensinar o que está certo e corrigir o que é prejudicial. Conversar, dialogar, repassar afeto e segurança, é sempre a melhor opção, impondo os limites ao filho. A minha geração aprendemos SER para ter.

 

Valores morais são conjuntos de regras, leis e costumes que todos devem respeitar e seguir para um País melhor. Inversão de valores é quando não seguimos essas regras, infringimos a Constituição Federal, fazendo ao contrário do que todos tem o dever cívico de cumprir.

 

A sociedade está sendo cruel com ela mesma, onde deveríamos nos preocupar com o que queremos deixar para os filhos dos nossos filhos se pais não adotarem limites, disciplina e respeito, desde às primeiras letras para com a família, natureza, animais e a coisa pública. Quem quer respeito se respeita!

 

Educação, princípios e valores com amor, participação e compartilhamento dos pais no dia, dia dos filhos é segurança para não se envolverem em caminhos sem volta. São heranças que pais devem deixar para filhos. Nada muda se os pais não mudarem a forma de educar os filhos. QUERER É PUDER!

 

Os pais precisam dizer aos filhos esta frase: Não sou médico, não sou advogado, não sou dentista, não sou Presidente, Governador, Prefeito e políticos, dentre outras profissões, sabe quem forma todos…O Professor!

 

“UM PAÍS SEM HISTÓRIA, É UM PAÍS SEM MEMOÁRIA”. “MUITO DO QUE NOS LEVA AO SOFRIMENTO É A IGNORÂNCIA”.

 

“VOCÊ É LIVRE PARA FAZER SUAS ESCOLHAS, MAS É PRISIONEIRO DAS CONSEQUÊNCIAS.” PABLO NERUDA

 

“NÃO PRECISAMOS APAGAR A LUZ DO PRÓXIMO PARA QUE A NOSSA BRILHE” MAHATMA GANDHI

 

Alderico Sena – Especialista em Gestão de Pessoas e Ex-Assessor do Instituto Anísio Teixeira – Lei que resolve muitos problemas LEI-TURA – www.aldericosena.com

 Alderico Sena


A foto que ilustra este artigo é da mãe do nosso articulista Alderico Sena, que assina o texto publicado. Uma imagem carregada de memória, afeto e significado, que acompanha e inspira as reflexões presentes neste artigo. 

 

Existe uma frase que considero uma das mais verdadeiras já ditas:

 

“Metade do mundo são mulheres…

a outra metade são os filhos delas.”

 

Pense nisso por um instante.

 

Todo ser humano que existe neste planeta nasceu do ventre de uma mulher.

 

Por isso, não há como falar de humanidade, de família ou de futuro sem reconhecer a grandeza da mulher.

 

O homem que é verdadeiramente homem ama, respeita, valoriza e protege a mulher.

 

Homem e mulher são como duas asas de uma ave.

Uma asa é o homem.

A outra é a mulher.

 

E uma ave não consegue voar se uma das asas estiver ferida ou enfraquecida.

 

O Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março, é muito mais que uma data.

 

É um momento de reconhecer a força, a coragem e a capacidade extraordinária da mulher.

 

A mulher que cuida da casa…

dos filhos…

dos pais…

do trabalho…

e muitas vezes enfrenta três jornadas por dia para manter de pé a família e a sociedade.

 

Por isso, precisamos fazer uma pergunta que ainda ecoa com dor:

Por que ainda existe violência contra a mulher?

 

Lugar de mulher é onde ela quiser.

Na educação.

Na ciência.

Na economia.

Na liderança.

E também na política, onde se decidem os destinos do país.

 

Porque quando a mulher participa, a sociedade avança.

 

Lembro aqui um ensinamento simples, mas profundo, da minha mãe, Aurelina Alves:

“Quem quer respeito… se respeita.”

 

Neste 8 de março, eu, Alderico Sena, deixo aqui meu abraço fraterno e minha admiração a cada mulher brasileira.

 

Parabéns pelo Dia Internacional da Mulher.

O mundo existe… porque as mulheres existem.

 

Se essa reflexão fez sentido para você, curta, compartilhe e ajude essa mensagem a chegar a mais brasileiros.

 

@aldericosena.com – site aldericosena.com – Consultem e leiam artigos com o puro jornalismo.

 

O Brasil não enfrenta apenas uma crise econômica ou partidária. Enfrenta uma crise moral, institucional e educacional que compromete as bases da República.

 

O alerta do educador Darcy Ribeiro nunca foi tão atual:

“A crise da educação no Brasil não é uma crise; é um projeto. ”“A educação não é cara. Cara é a ignorância.”

 

A deterioração ética que testemunhamos não surge por acaso. É fruto da fragilidade da formação cidadã e da ausência de consciência política.

 

Grande parte dos desmandos que atingem o país decorre do voto inconsciente e da escolha reiterada de representantes que ignoram princípios constitucionais fundamentais, como a dignidade da pessoa humana e os valores sociais da cidadania, previstos no Artigo 1º da Constituição Federal.

 

Hoje, o cidadão brasileiro sente-se sobrecarregado de deveres e distante de direitos.Vota nas eleições. Paga impostos elevados. Assiste ao avanço da violência e aos sucessivos escândalos de corrupção envolvendo recursos públicos — INSS, fundos partidários, emendas parlamentares e outros mecanismos que deveriam servir ao interesse coletivo.

 

Observa privilégios incompatíveis com a realidade da maioria da população. São muitos com pouco e poucos com muito.

 

Como escreveu Lima Barreto:

“O Brasil não tem povo, apenas público. Povo luta por seus direitos; público apenas assiste de camarote.”

 

O Brasil possui riquezas naturais extraordinárias e posição geopolítica estratégica. O que falta não é potencial — é compromisso ético e responsabilidade institucional com a verdadeira Ordem e Progresso inscritos na Bandeira Nacional.

 

A inversão de valores é perceptível nas instituições e no comportamento social.E quando a confiança pública se fragiliza, a democracia se enfraquece.

 

A Constituição Federal, em seu Artigo 37, determina que a administração pública deve obedecer aos princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência.

Não se trata de recomendação. Trata-se de obrigação constitucional.

Quando esses princípios são relativizados, não se agride apenas a norma jurídica. Compromete-se a própria credibilidade do Estado.

 

Os três Poderes — Executivo, Legislativo e Judiciário — têm responsabilidade histórica na preservação da estabilidade institucional. É legítimo reconhecer decisões que enfrentem distorções e privilégios incompatíveis com o interesse público. O dinheiro arrecadado pertence ao povo, não a estruturas de poder.

 

Como alertou Martin Luther King Jr.:

“Para criar inimigos, não é necessário declarar guerra; basta dizer o que pensa.”

 

A crítica responsável fortalece a democracia.

O silêncio complacente a enfraquece.

O desequilíbrio moral tem raízes na educação fragilizada — tanto no ambiente familiar quanto no sistema educacional. Países que decidiram investir de forma consistente na formação do seu povo transformaram seu destino histórico. O Brasil ainda negligencia o professor — o profissional que forma todos os demais.

 

Não haverá transformação sem educação, consciência política e responsabilidade coletiva.

 

O eleitor precisa compreender que o voto é instrumento de poder, não moeda de troca.

Alternância de poder é princípio democrático.

Evita perpetuações, previne distorções e fortalece as instituições republicanas.

 

Em outubro, novas eleições se aproximam. É momento de avaliar trajetórias, coerência, preparo e compromisso público. Marketing não substitui caráter. Discurso não substitui histórico.

 

Como refletiu Bertolt Brecht, o analfabetismo político cobra um preço alto da sociedade. Quem não gosta de política é governado por quem gosta.

 

E a advertência atribuída a Pablo Neruda permanece atual:

“Você é livre para fazer suas escolhas, mas é prisioneiro das consequências.”

 

O Brasil do futuro será resultado direto das escolhas feitas agora.

 

Não é tempo de radicalização estéril.

É tempo de maturidade cívica.

É tempo de responsabilidade institucional.


A verdadeira transformação começa quando o cidadão deixa de ser espectador e assume seu papel como protagonista da República.


Educação, ética e voto consciente são os pilares de um Brasil mais justo, estável e respeitado.

O país não precisa de salvadores.

 

Precisa de cidadãos e de políticos de caráter, competentes e comprometidos com as causas públicas.

 

Respeitar as leis e o próximo são essenciais, mas respeitar a si mesmo é virtude.

 

Se esta reflexão fez sentido para você, compartilhe.


A mudança começa pela consciência.

Juntos, somos mais fortes.

 

Alderico Sena - Especialista em Gestão de Pessoas - www.aldericosena.com

 

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