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Colunista Destaque - Alderico Sena


A chamada Geração Z não foi “criada” por um único responsável.Ela é resultado de um conjunto de influências profundas que moldaram comportamentos, valores e visões de mundo.

 

Mas, se a pergunta é direta — quem são os responsáveis? —

a resposta também precisa ser honesta:

 

Todos nós temos parte nisso.

 

1-     A FAMÍLIA — A BASE DE TUDO

A família continua sendo o primeiro e mais poderoso formador.Mas algo mudou.

 

Pais mais ausentes — muitas vezes consumidos pelo trabalho e pela rotina.

A educação sendo delegada à escola… ou, pior, às telas.

Dificuldade crescente em impor limites, disciplina e responsabilidade.

 

Quando o lar enfraquece, o jovem busca referências fora.

E nem sempre encontra aquilo que constrói — muitas vezes encontra o que confunde.

 

  1. A TECNOLOGIA E AS REDES SOCIAIS — OS NOVOS FORMADORES

Nunca uma geração esteve tão conectada.

E, ao mesmo tempo, tão exposta.

 

Excesso de informação…

mas escassez de profundidade.

 

Comparação constante.

Busca por validação.

Ansiedade silenciosa.

 

Plataformas como TikTok, Instagram e YouTube passaram a influenciar linguagem, comportamento e até a autoestima.

 

A tecnologia não é o problema.

A ausência de orientação é.

 

  1. A ESCOLA — QUE NÃO ACOMPANHOU O RITMO

O modelo educacional, em muitos casos, permanece no passado.

 

Muito foco em conteúdo…

e pouca formação humana.

 

Pouco preparo emocional.

Distanciamento da realidade digital.

 

O resultado?

 

O jovem aprende…

mas não se conecta.

 

  1. A SOCIEDADE — E A CRISE DE REFERÊNCIAS

Vivemos uma crise silenciosa — e profunda.

 

Falta de referências sólidas.

Escassez de líderes inspiradores.

Valorização do superficial.

Normalização do que antes era questionável.

 

O jovem observa.

E reproduz.

 

  1. O CONTEXTO HISTÓRICO — UM MUNDO EM TRANSIÇÃO

A Geração Z cresceu em meio a transformações intensas:

 

Crises econômicas, políticas e institucionais.

Avanços tecnológicos acelerados.

E eventos marcantes como a pandemia da COVID-19.

 

Esse cenário gera urgência, ansiedade e insegurança sobre o futuro.

 

Não é fraqueza.

É contexto.

 

        6 -VAMOS AJUDAR NOSSOS JOVENS? SIM — E AINDA DÁ TEMPO

 

Mais do que apontar culpados, o caminho é assumir responsabilidade.

O que precisa ser feito:

 

  1. Resgatar a presença da família

  2. Não é sobre quantidade de tempo — é sobre qualidade, diálogo e limites.

  3. Educar para a vida, não apenas para provas


    Valores, caráter, responsabilidade e pensamento crítico precisam voltar ao centro.

  4. Ensinar o uso consciente da tecnologia


    A tecnologia não é inimiga — o uso sem direção é.

  5. Dar exemplo

  6. O jovem não escuta discurso.

  7. Ele copia atitude.

  8. Ouvir mais

  9. Essa geração não quer apenas ser corrigida.

  10. Ela quer ser compreendida.

 

UMA VERDADE QUE PRECISA SER DITA

 

A Geração Z não é perdida.

 

Ela é produto do seu tempo —

e também uma das mais promissoras da história.

 

Criativa.

Conectada.

Capaz de transformar realidades.

 

Mas precisa de direção.

 

O DESAFIO DO BRASIL

O Brasil enfrenta uma carência evidente de valores sólidos e lideranças comprometidas com o bem comum.

 

Por isso, é urgente:

 

Atrair jovens para a participação social e cidadã.

Fortalecer grêmios e diretórios estudantis nas unidades de ensino — dando voz, esperança e representação.

 

Estimular uma geração que tenha coragem de dizer não à politicagem e sim à ética.

 

Transformar o destino do Brasil e melhorar as condições de vida da população exige consciência e ação.

 

Formar uma geração que defenda:

a família,

a educação,

a ética,

e a preservação das riquezas naturais e geográficas do Brasil.

 

CONCLUSÃO: O FUTURO COMEÇA AGORA

 

O Brasil que sonhamos para as futuras gerações

não depende apenas dos jovens.

 

Depende da consciência de todos nós — especialmente das escolhas que fazemos.

 

As decisões de hoje definirão os caminhos de amanhã.

 

Porque, no final, a pergunta não é apenas:

“Quem criou a Geração Z?”

 

Mas sim:

“Que geração estamos formando a partir de agora?”

 

Vamos ajudar nossos jovens?

 

Pense nisso. A hora é de ação e não de omissão!

 

E compartilhe essa mensagem.

Porque o futuro do Brasil… já começou.

 

Alderico Sena

 Especialista em Gestão de Pessoas 

@aldericosena – site: www.aldericosena.com – Leia artigos com o puro jornalismo

 

 

Colunista Destaque – Alderico Sena


Sociedade, vamos ajudar nossos jovens?

O Brasil vive um momento decisivo.

A juventude encontra-se inquieta diante das incertezas do futuro, assustada com a concentração de poder nas mãos de poucos em detrimento de muitos. Essa desigualdade social, que alimenta a violência e reduz oportunidades, ameaça o acesso ao ensino de qualidade e ao mercado de trabalho.

E, diante de tantas incertezas, uma pergunta precisa ser feita com coragem:

Quem vai mudar essa realidade?

A resposta pode incomodar alguns…

mas é simples e direta:

vocês, jovens.

Sim, vocês.

Porque serão vocês que herdarão as consequências das decisões tomadas hoje.

Serão vocês que sentirão, no futuro, o peso — ou os benefícios — de cada escolha feita agora.

E é exatamente por isso que não dá mais para ficar em silêncio.

Não dá mais para assistir de longe.

Não dá mais para permitir que outros decidam o destino do país por vocês.

Existe uma força nas suas mãos.

Uma força silenciosa… mas extremamente poderosa:

o voto consciente.

Durante muito tempo, muitos brasileiros não souberam usar a maior ferramenta de transformação que possuem:

o título de eleitor.

Não um voto qualquer.

Mas o voto consciente.

Aquele que nasce da informação, da reflexão e da responsabilidade.

O voto que não se vende.

O voto que não se deixa manipular.

O voto que pensa no coletivo — e não apenas no momento.

Porque cada voto carrega um pedaço do futuro.

Do seu futuro.

Do futuro dos seus filhos.

E a verdade precisa ser dita:

quando alguém vota sem conhecer, sem pesquisar e sem compreender…

não está apenas escolhendo um candidato.

Está entregando o próprio amanhã.

Por isso, antes de decidir, investigue.

Busque a verdade.

Conheça a história de quem pede a sua confiança.

Não aceite promessas vazias.

Não aceite discursos bonitos sem compromisso real.

O Brasil precisa de jovens despertos.

Conscientes.

Unidos.

Porque nenhuma transformação acontece sozinho.

Mas, quando a juventude se levanta… a história muda.

E muda de verdade.

Você pode ser parte do problema…

ou pode ser parte da solução.

A escolha é sua.

Sempre foi.

Mas lembre-se:

o tempo não espera.

O futuro do Brasil não será construído amanhã.

Ele está sendo decidido agora.

E começa com uma atitude.

A sua atitude.

Como disse Rui Barbosa:

“Quem não luta pelos seus direitos não é digno deles.”

Que essa frase não seja apenas uma citação…

mas um compromisso.

O Brasil precisa de você. Agora.

Quando a juventude se levanta…

com consciência…

com coragem…

e com propósito…

a transformação acontece.

Querer é poder.

Então, seja a mudança que o Brasil precisa.

Eu, Alderico Sena, estou à disposição de vocês.

 

Compartilhe e faça acontecer!

 

Alderico SenaEspecialista em Gestão de Pessoas — @aldericosena – site: aldericosena.com – Consulte e leia artigos com o puro jornalismo

 

 


Uma cena simbólica que retrata o peso da má gestão da Previdência sobre aposentados, cercada por dívidas, poder político e injustiça social.Imagem criada por Inteligência Artificial.

Por Alderico Sena

 

À imprensa, à sociedade e o Estado Brasileiro,

 

Há perguntas que persistem no tempo — não porque sejam difíceis, mas porque não interessam a quem deveria respondê-las.

 

Onde está a conclusão da CPI do INSS?

Onde estão as respostas concretas?

E, sobretudo, onde está a responsabilização daqueles que mexeram no dinheiro dos aposentados e pensionistas?

 

Essas não são perguntas novas. São questionamentos que venho fazendo há anos. Em 26 de novembro de 2010, escrevi um artigo afirmando: “A Previdência Social não é deficitária.” À época, muitos preferiram ignorar. Hoje, os fatos insistem em confirmar: o problema nunca foi falta de recursos, mas sim má gestão e o uso político do dinheiro público.

 

É preciso revisitar decisões que marcaram essa história. Por que o então ministro Waldir Pires zerou a Previdência Social? Quem autorizou tal medida? E mais grave: quem foi responsabilizado por isso?

 

A pergunta que não quer calar permanece: onde foi parar o dinheiro da Previdência?

Recursos que deveriam garantir a segurança de milhões de brasileiros foram desviados de sua finalidade ao longo do tempo. Foram utilizados para viabilizar grandes obras e projetos nacionais — como a construção de Brasília, a Ponte Rio–Niterói e a Usina de Itaipu. Obras importantes, sem dúvida. Mas a que custo? E, principalmente, às custas de quem?

 

Ao mesmo tempo, acumulam-se dívidas bilionárias. Centenas de prefeituras devem ao INSS, e a cobrança efetiva dessas dívidas raramente ocorre com o rigor necessário. A conta se acumula — e, como sempre, ameaça recair sobre os ombros de quem contribuiu a vida inteira.

 

Os escândalos também não são novidade. O caso da advogada Jorgina de Freitas, símbolo de uma das maiores fraudes contra a Previdência, ainda ecoa como um lembrete incômodo. A pergunta é: esquecemos — ou fomos induzidos a esquecer?

 

Em outro momento, neste mesmo espaço, afirmei: “CPI do INSS é lero-lero.” Infelizmente, o tempo mostrou que a crítica não era exagerada. Investigações que deveriam esclarecer acabam, muitas vezes, diluídas em discursos e resultados inconclusivos.

 

E onde está a sociedade diante disso?

 

Onde estão os movimentos sociais? Onde estão aqueles que se apresentam como defensores do povo?

 

A reflexão do escritor Lima Barreto segue atual e perturbadora: “O Brasil não tem povo, apenas público. Povo luta por seus direitos, público só assiste de camarote.” A frase, ainda que dura, nos obriga a encarar uma realidade incômoda: a passividade diante de questões que afetam diretamente o futuro de todos nós.

 

Porque é disso que se trata.

 

Estamos falando de homens e mulheres que trabalharam durante toda a vida, que contribuíram para o desenvolvimento deste país e que, hoje, se veem obrigados a lutar para manter aquilo que já lhes pertence por direito.

 

Não se trata apenas de números, contas ou estatísticas. Trata-se de dignidade.

Nunca devemos esquecer: todos nós estamos caminhando para essa mesma condição. Todos nós carregamos dentro de nós o idoso de amanhã.

 

Ignorar isso não é apenas um erro político ou administrativo. É um erro moral.

A conta está aberta.

E alguém, inevitavelmente, vai pagar por ela.

 

A questão é: quem?

 

Nunca esqueça disso…

 

Todos nós…

 

carregamos dentro de nós…

 

o idoso de amanhã.

 

Alderico Sena –

Ex-Diretor Regional de Pessoal do INAMPS/BA

Membro fundador da Associação dos Servidores Aposentados e Pensionistas da Previdência Federal da Bahia

Ex-Presidente e Vice Nacional do MAPI - 

Movimento dos Aposentados, Pensionistas e Idosos -@aldericosena – aldericosena.com

 

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