top of page

“Todo poder emana do povo.”

A sociedade, muitas vezes, é cruel consigo mesma. Tem o poder nas mãos e, por meio do voto, mantém um sistema político que considera arcaico e marcado por práticas que precisam ser superadas. Afinal, a Constituição Federal estabelece: “Todo o poder emana do povo.”

Aprendi em família que quem quer respeito precisa se respeitar. Então, qual a legitimidade de reclamar do nível dos políticos se o voto é individual e secreto na urna?

Eleitor, este é o momento de reflexão e decisão sobre os destinos do Brasil. É hora de ação, e não de omissão. Seja a mudança!

Quem cria e recria qualquer realidade é o ser humano. Mudar dói. Continuar como está também dói. Escolha uma dessas dores e pare de reclamar, deixando de ser manipulado pelo sistema.

A política foi, muitas vezes, transformada em politicagem e em balcão de negócios, envolvendo recursos públicos arrecadados de toda a sociedade.

A Constituição Federal é cumprida integralmente pelos poderes constituídos?

O Art. 5º estabelece: “Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza.”

O Art. 37 determina que a administração pública obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência.

E o Art. 153, inciso VII, estabelece a competência da União para instituir imposto sobre grandes fortunas, nos termos de lei complementar, entre outros dispositivos constitucionais.

A corrupção e a violência na administração pública são questões que exigem permanente atenção da sociedade. Somam-se a isso a falta de lideranças, a escassez de “Homens Livres e de Bons Costumes” e a permanência, ao longo de décadas, de grupos políticos que chegam ao poder pelo voto popular.

Educação e família: pilares da transformação

Reconstruir o País para as futuras gerações é urgente. É preciso cobrar dos governos educação de qualidade e valorização dos professores, pilares essenciais para as transformações de que o Brasil necessita.

Os pais também precisam ensinar às crianças, desde as primeiras letras, a importância de ser, e não apenas ter, contribuindo para a formação de uma sociedade mais consciente, humana, ética e respeitosa.

Em 25 de setembro de 2006, escrevi, na Tribuna da Bahia, o artigo “Patriotismo – Vamos acabar com essa história de que o Brasil só tem ladrão e que não tem mais jeito!”

Naquela oportunidade, defendi que o caminho para mudar o País também depende de nós, cidadãos. Como ensina a conhecida frase atribuída a John F. Kennedy:

“Não pergunte o que seu país pode fazer por você. Pergunte o que você pode fazer por seu país.”

Essa ação tem um nome: patriotismo. É uma causa que precisamos cultivar em nossos corações.

E é importante lembrar: os políticos não são todos iguais.

Querer é poder.

Resgatar princípios e valores

Princípios e valores perderam espaço na sociedade. A inversão de valores, especialmente a partir das últimas décadas, alcançou as famílias e também os poderes constituídos.

Resgatar a família, a educação, a coerência, a lealdade, a seriedade, a ética, o profissionalismo, a autenticidade, a pureza, o respeito, a honestidade, a ajuda mútua, a solidariedade e o respeito aos pais e professores são elementos essenciais para a formação de gerações comprometidas com bons costumes e com o bem comum.

As redes sociais, quando utilizadas sem orientação, limites e responsabilidade, também podem contribuir para a disseminação de desinformação, intolerância e inversão de valores.

A sociedade convive com mentiras, fake news, hipocrisia e práticas incompatíveis com o profissionalismo e com o respeito ao próximo.

O cidadão precisa aprender a ser, fazendo o bem sem olhar a quem, com educação e respeito ao próximo, e não buscar apenas ter cada vez mais, de forma gananciosa, prejudicando a sociedade e, muitas vezes, os próprios familiares.

Caráter e honestidade

Caráter não tem preço.

A honestidade é uma virtude, mas nem sempre é fácil praticá-la. Para alguns, pode parecer mais cômodo concordar ou omitir-se para não desagradar do que dizer a verdade.

Aprendi que é preciso ser para ter, falar a verdade, defender o que é certo e devolver à sociedade parte do conhecimento adquirido.

Meus estudos foram custeados, em grande medida, pelos impostos pagos pela sociedade. Assim aprendi com minha mãe, Aurelina Alves, e esses ensinamentos me levaram a procurar devolver à sociedade os conhecimentos conquistados por meio do ensino público, especialmente através dos meus escritos na imprensa.

O que é honestidade?

Honestidade é uma característica da conduta moral que envolve virtudes humanas e o compromisso de comunicar a realidade com autenticidade, contribuindo para construir confiança, melhorar a clareza e fortalecer os relacionamentos.

A honestidade evita erros de comunicação e mal-entendidos. Ela gera confiança, e a confiança é uma das bases das relações humanas.

Para ser confiável, é preciso, antes de tudo, ser honesto consigo mesmo: reconhecer quando está errado, pedir desculpas e assumir a responsabilidade pelos próprios atos.

O mundo convive com pessoas desonestas e hipócritas, inclusive aquelas que afirmam ser absolutamente honestas. Por isso, a autorreflexão e a autoconsciência são fundamentais.

É preciso conhecer a própria história, reconhecer quem somos e compreender quem não queremos ser.

Qualquer pessoa que valorize a moral, a ética e os princípios devem esforçar-se para agir com honestidade.

A honestidade é uma virtude das grandes almas.

Nem todos a praticam integralmente. A verdade exige coragem, especialmente quando suas consequências podem contrariar interesses pessoais.

Por isso, é necessário ter coerência entre aquilo que se fala e aquilo que se pratica, evitando mudar de posição apenas para obter benefícios pessoais ou circunstanciais.

“O dinheiro faz homens ricos. O conhecimento faz homens sábios, e a humildade faz grandes homens.” — Mahatma Gandhi.

Rui Barbosa e a defesa da honestidade

A reflexão atribuída a Rui Barbosa permanece atual e nos convida à reflexão sobre a importância da ética, da justiça e da honestidade na vida pública e privada.

Quando a sociedade se acostuma a ver a desonra prosperar e a injustiça avançar, corre o risco de perder a esperança na virtude e de deixar de valorizar a honestidade.

O Brasil que queremos

Sociedade, vamos deixar a hipocrisia de lado e defender o Brasil que queremos deixar para os filhos dos nossos filhos.

É na esfera do governo que são tomadas decisões que influenciam os destinos do País e as condições de vida da população. Por isso, o cidadão não pode abrir mão de sua responsabilidade.

Em outubro de 2026, teremos eleições.

A maior arma democrática que o brasileiro possui precisa ser bem utilizada: o Título Eleitoral e o voto consciente, pensando no Brasil que queremos construir para as futuras gerações.

O destino do Brasil também passa pelas mãos e pela consciência de cada eleitor.

Dê valor ao seu voto. Dê valor a você mesmo.

Pare de apenas reclamar. Participe, reflita e exerça sua cidadania.

Querer é poder. Seja a mudança!

Alderico Sena - Especialista em Gestão de Pessoas@aldericosena.com - Imagem ilustrativa/IA

 

 Sociedade brasileira!

Quero fazer uma reflexão sobre um tema que considero fundamental, considerando a crise moral, política e institucional que assola no país. 

Rui Barbosa alertou: “Quem não luta pelos seus direitos não é digno deles.”

Eu, Alderico Sena, defendo que, para a investidura em cargos de DAS e DAI, sejam considerados, como regra, caráter, competência e compromisso, além da adoção de provas e títulos, visando à melhoria da qualidade dos serviços prestados à sociedade.

Sociedade, tudo que é ilegal também é imoral. Há profissionais que têm caráter; outros têm apenas preço. E caráter não tem preço!

O descrédito nos Três Poderes é tamanho que se fazem necessárias medidas urgentes e corajosas para revitalizar a credibilidade das instituições e servir de referência aos futuros servidores públicos.

O povo brasileiro não aguenta mais. Terá uma importante missão cívica nas eleições de 4 de outubro de 2026: escolher representantes comprometidos com o destino do país e com as condições de vida da população.

Querer é poder. E quem não luta pelos seus direitos não é digno deles.

Defendo a necessidade de convocação de uma Assembleia Nacional Constituinte para revisar e corrigir possíveis distorções na Lei Maior do país, visando disciplinar e estabelecer limites aos gestores públicos, fundamentados no zelo, na ética e no compromisso com a condução da coisa pública nos Três Poderes — Executivo, Legislativo e Judiciário.

O país não pode continuar como está. O eleitor brasileiro precisa compreender que uma das principais ferramentas de participação democrática é saber utilizar seu Título Eleitoral na urna e exercer sua cidadania de forma consciente.

Essa reflexão encontra eco na conhecida frase atribuída a Lima Barreto: “O Brasil não tem povo, apenas público. Povo luta por seus direitos, público só assiste de camarote.”

A falta de consciência cidadã pode contribuir para a permanência de problemas como violência, corrupção e outros desmandos que atingem a sociedade e o Brasil.

O Brasil possui riquezas naturais e territoriais, mas precisa também valorizar suas riquezas humanas, capazes de conduzir o patrimônio público e nacional com ética, imparcialidade e profissionalismo.

Há muitos anos venho alertando a sociedade de que o Brasil precisa de um novo rumo e defendendo a necessidade de uma revisão constitucional, conforme artigos publicados no Jornal A Tarde, entre eles os de 1º de novembro de 2018 e 20 de março de 2018.

Em 19 de janeiro de 2020, escrevi no Jornal A Tarde o artigo “Poder e capital geram corrupção e violência”, no qual defendi que, quando o ser humano compreender os riscos da concentração de poder e capital sem os devidos controles, o eleitor poderá contribuir para a construção de um Brasil melhor para todos.

Também consultei informações disponíveis na internet sobre as alterações promovidas na Constituição Federal de 1988 ao longo de sua vigência.

Um exemplo que merece reflexão: a própria Constituição estabelece:

Art. 5º: “Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza.”

Art. 37: a administração pública deve obedecer aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência.

Art. 153, inciso VII: compete à União instituir impostos sobre “grandes fortunas, nos termos de lei complementar”.

São dispositivos constitucionais que merecem ser conhecidos, debatidos e efetivamente observados pela sociedade e pelos agentes públicos.

Na minha visão política, em caso de uma eventual Revisão Constitucional, sugiro a criação de um Conselho Ético e Moral, composto por cinco juristas aposentados, dispostos a prestar mais um serviço cívico ao país, com a finalidade de contribuir para a proteção dos princípios éticos e para a construção de um país melhor para as futuras gerações.

Sugiro que esses cinco juristas sejam escolhidos por meio de eleição pela sociedade civil organizada, para representar os interesses da população brasileira na defesa da ética, da moralidade e da boa administração pública nos níveis federal, estadual e municipal.

Vamos defender a ética, a verdade e o compromisso com o Brasil que queremos deixar para as futuras gerações. Seja a mudança!

Povo brasileiro, se você concordar, compartilhe!

Alderico Sena – Coordenador de Pessoal da Assembleia Estadual Constituinte da Bahia de 1989 – @aldericosena

A lei que conquista conhecimento e ajuda a resolver muitos problemas é a LEI-TURA! Quem não lê, mal ouve, mal vê, mal fala, é manipulado e pode acabar sendo conivente com o sistema.

A Constituição Federal estabelece, em seu Art. 2º:

“São Poderes da União, independentes e harmônicos entre si, o Legislativo, o Executivo e o Judiciário.”

Diante disso, cabe uma reflexão: por que a escolha dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e de conselheiros de tribunais envolve indicações e escolhas por autoridades do Poder Executivo? Não seria necessário discutir mecanismos que garantam maior independência e representatividade nessas escolhas?

A Constituição Federal também determina, em seu Art. 37, que a administração pública deve obedecer aos princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência.

Então, faço uma pergunta simples e direta: a Constituição Federal está sendo plenamente cumprida, respeitada e honrada pelos Poderes constituídos?

Em pleno século XXI, será que o povo ainda não percebeu que pode ficar refém de um sistema político que não atende aos interesses da maioria?

Como alertou Darcy Ribeiro:

“A crise da educação no Brasil não é uma crise; é um projeto.”

Lima Barreto também deixou uma reflexão contundente sobre a participação popular: o Brasil corre o risco de ter uma população que apenas assiste aos acontecimentos, em vez de exercer plenamente sua cidadania.

Reclamar da ineficácia e da corrupção dos governos não resolve os problemas. É necessário que o povo exerça sua cidadania, acompanhe a vida pública e utilize o voto consciente como instrumento de transformação.

É o que denomino de “CPI do eleitor”: a avaliação dos políticos nas urnas, reconhecendo os que honraram seus compromissos e rejeitando aqueles que decepcionaram a sociedade.

Povo brasileiro, aquilo que hoje muitos assistem pela mídia eu, Alderico Sena, já alertava há anos.

Em 1º de novembro de 2011, publiquei, na Tribuna da Bahia, o artigo “O Brasil é um país em crise”. Posteriormente, no jornal A TARDE, edição de 22 de janeiro de 2018, publiquei “Ética nas Instituições”, defendendo a necessidade de ética e moralização na administração pública.

Naquela oportunidade, destaquei uma convicção que continuo defendendo:

Tudo que é ilegal também é imoral. Há pessoas que têm caráter; outras têm apenas preço. E caráter não tem preço!

A ética nas instituições públicas é indispensável para melhorar a qualidade da prestação dos serviços à sociedade e fortalecer a moralização da coisa pública.

Quando o descrédito nos Poderes cresce, são necessárias medidas capazes de recuperar a confiança da população e servir de referência para as futuras gerações de servidores públicos.

A CRISE MORAL, POLÍTICA E INSTITUCIONAL: O QUE A SOCIEDADE PRECISA SABER?

A Constituição Federal é a lei máxima do país?

Sim. A Constituição Federal ocupa o mais alto nível do ordenamento jurídico brasileiro. Ela estabelece a organização do Estado, define competências dos Poderes e assegura direitos e garantias fundamentais. Nenhuma lei ou ato estatal pode contrariar a Constituição.

Quais são os cinco fundamentos da República previstos na Constituição?

O Art. 1º da Constituição Federal estabelece como fundamentos da República Federativa do Brasil:

I – a soberania;

II – a cidadania;

III – a dignidade da pessoa humana;

IV – os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa;

V – o pluralismo político.

Como foi criado o STF – Supremo Tribunal Federal?

O Supremo Tribunal Federal foi instalado em 28 de fevereiro de 1891, na organização institucional da República recém-constituída.

Por que o STF é importante para o Brasil?

O STF exerce papel fundamental na preservação da ordem constitucional brasileira. Entre suas atribuições está a proteção da Constituição e dos direitos e garantias fundamentais.

Qual é o principal objetivo do STF?

O Art. 102 da Constituição Federal estabelece que compete ao Supremo Tribunal Federal, precipuamente, a guarda da Constituição.

Por isso, o STF é conhecido como Guardião da Constituição Federal e é composto por 11 ministros.

Por que o STF é considerado o Guardião da Constituição?

Cabe ao Tribunal interpretar e aplicar a Constituição, controlar a constitucionalidade de leis e atos normativos e solucionar questões constitucionais relevantes, inclusive conflitos entre os Poderes, sempre dentro de suas competências.

Qual é o papel do STF na proteção dos direitos fundamentais?

O Tribunal exerce papel relevante na proteção dos direitos e garantias fundamentais previstos na Constituição, contribuindo para assegurar o Estado Democrático de Direito.

ELEITORES, NADA MUDA SE VOCÊ NÃO MUDAR!

CPI do eleitor é voto consciente.

Dê valor ao seu voto e a você, eleitor.

No dia 4 de outubro, vá às urnas consciente de que sua escolha tem consequências para o futuro do Brasil.

Querer é poder.

Seja a mudança!

Compartilhe esta mensagem.

Alderico Sena - Especialista em Gestão de Pessoas@aldericosena

 

Categorias:
Arquivos:
Contate-nos

Obrigado pelo envio!

Pagina do Facebook:
  • Facebook Basic Square
bottom of page