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 Colunista Destaque – Alderico Sena


Sem o exercício da cidadania não salvaremos o Brasil (Parte I)

 

Povo brasileiro, até quando ficaremos de camarote, assistindo aos desmandos praticados contra o próprio povo e contra o Brasil?

É este o país que queremos deixar para os filhos dos nossos filhos?

 

A sociedade também é culpada. Reclama da ineficácia do governo, mas esquece que foi ela mesma quem colocou os políticos no poder. O voto é individual e secreto.

Sem educação, exercício da cidadania e consciência política, não há como salvar o Brasil das garras dos maus caracteres.

 

O Brasil é um país riquíssimo em recursos naturais e potencial geográfico. No entanto, carece de líderes públicos com autonomia, caráter, competência e compromisso com as causas coletivas.

 

Os entraves ao crescimento são conhecidos:

politicagem, corrupção, burocracia, ausência de projetos, má gestão pública e incompetência política.

 

A própria Constituição Federal, no Art. 1º, parágrafo único, é clara:

“Todo poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos.”

Mas o povo tem exercido esse poder com responsabilidade?

 

É necessário refletir:

É correto que indicações para cargos técnicos — como ministros de tribunais e órgãos de controle — sejam feitas por interesses políticos?

Ou deveríamos discutir modelos mais técnicos e transparentes?

 

A alternância de poder é essencial. Onde há concentração prolongada, surgem vícios, favorecimentos e distorções. Poder e capital, quando não controlados, alimentam corrupção e desigualdade.

 

Diante disso, é urgente defender uma revisão responsável dos mecanismos institucionais, com participação ativa da sociedade civil organizada, para fortalecer a fiscalização, o controle e o uso correto do dinheiro público.

 

A chamada “Constituição Cidadã” consolidou a democracia e garantiu direitos fundamentais.

Mas a grande pergunta permanece:

 

Por que as leis existem, mas não são respeitadas?

 

Na Parte II, vamos encarar a realidade dos escândalos, os privilégios e o sistema que mantém tudo como está — e o que precisa mudar.

 

Compartilhe este artigo.

Converse com sua família e amigos.

Reflita antes de votar.


Porque juntos… ainda podemos mudar o rumo da nossa história.

 

Alderico Sena – Site: aldericosena.com – Consulte e leia artigos com o puro jornalismo

 

 

Colunista Destaque – Alderico Sena


A formação de bons cidadãos começa na infância. Ensinar valores desde as primeiras letras é o caminho mais seguro para construir uma sociedade justa, consciente e responsável.


Sem a presença da educação associativa no ambiente escolar, dificilmente formaremos gerações comprometidas com o próximo, com a natureza e com os animais. Preservar o meio ambiente é preservar a vida. A natureza é sábia, abundante e paciente — mas a ação irresponsável do homem tem ultrapassado todos os limites, resultando em enchentes, desastres e calamidades públicas.


Os chamados “desastres naturais”, na verdade, são, em grande parte, consequências da intervenção humana em áreas vulneráveis, tanto urbanas quanto rurais. A chamada “revolta dos rios” reflete não apenas a ausência de fiscalização, mas também o descumprimento da Constituição Federal, que, em seu artigo 225, estabelece que todos têm direito a um meio ambiente ecologicamente equilibrado, sendo dever do Poder Público e da coletividade defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações.


Diante disso, defendo a efetiva implantação das disciplinas de educação associativa e ambiental nas escolas, conforme aprovado na Assembleia Estadual Constituinte de 1989. Passados 37 anos, essa diretriz ainda não foi devidamente implementada, apesar de prevista no artigo 49 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, que determina a inclusão do ensino do cooperativismo na formação dos alunos.


A sociedade precisa refletir: tudo o que é criado — ou destruído — é fruto da ação humana. Vivemos um tempo marcado por contradições, hipocrisia e fragilidade nos princípios éticos e morais. Violência, corrupção, guerras, feminicídios, agressões no ambiente escolar e desestruturação familiar são sintomas de uma crise mais profunda: a falência da formação cidadã.


A educação é o alicerce de tudo. A cooperação entre os indivíduos começa na família, base fundamental para a construção de valores como respeito, responsabilidade e convivência harmoniosa. É nesse ambiente que se formam cidadãos capazes de viver em sociedade, conscientes de seus direitos e deveres.


É necessário também refletir sobre o modelo educacional atual. No passado, havia disciplina, respeito ao professor e exigência de desempenho. Hoje, práticas como a “aprovação automática” têm contribuído para a formação de estudantes que avançam sem domínio básico da leitura e da escrita. Soma-se a isso o desconhecimento de valores cívicos e do próprio conceito de cidadania.


Dados recentes reforçam essa preocupação. Avaliações do Ministério da Educação apontam desempenho insatisfatório em diversos cursos superiores, inclusive na área de Medicina, evidenciando fragilidades na formação educacional.


Diante desse cenário, cabe a pergunta: que juventude estamos formando? Que profissionais? Que líderes políticos estamos preparando?


O Brasil enfrenta uma crise ampla — educacional, moral, cultural, social e institucional. E uma nação sem educação sólida é uma nação sem rumo.


Quando valores são enfraquecidos, quando a educação deixa de ser prioridade e quando a ética perde espaço, toda a sociedade paga o preço — especialmente as futuras gerações.


O futuro de um país começa na formação de seus cidadãos. Por isso, é fundamental inserir, de forma estruturada, os princípios do cooperativismo no ensino, promovendo valores como cooperação, solidariedade, igualdade e responsabilidade coletiva.


Sem educação associativa e ambiental, não haverá solução para a construção de um país com uma sociedade mais humana e consciente — especialmente entre os jovens e os líderes políticos — quanto à importância da preservação da natureza e às vantagens da cooperação entre os Três Poderes em prol do bem comum.


Por fim, é importante lembrar: o eleitor possui a mais poderosa ferramenta de transformação social — o voto. É por meio dele que se definem os rumos do país e as condições de vida da população. Valorize seu voto, valorize sua responsabilidade cidadã e seja agente da mudança que deseja ver no Brasil.


Alderico Sena – Coordenador de Pessoal da Assembleia Estadual Constituinte – 1989, Ex-superintendente da OCEB e do SESCOOP – Sistema Cooperativo da Bahia – @aldericosena | site:aldericosena.com

Colunista Destaque Alderico Sena 


O Brasil é um país em crise — uma crise moral, política e institucional.

 

Sociedade e imprensa, faço uma pergunta que não pode mais ser ignorada:

 

Que juventude estamos formando sem educação de qualidade, sem formação sólida e sem a devida valorização do professor?

 

Que cidadãos, profissionais e líderes políticos estão sendo preparados para o crescimento e o futuro do Brasil?

 

O país vive uma profunda crise de princípios e valores éticos e morais, onde a inversão de valores predomina.

 

E não se trata apenas dos poderes constituídos, do meio empresarial ou do ambiente partidário — essa crise também está presente no comportamento da própria sociedade.

 

A Constituição Federal, em seu Art. 1º, parágrafo único, estabelece:“Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos.”

Mas, diante do envolvimento de políticos em escândalos de corrupção e do uso indevido de recursos públicos, surge uma pergunta inevitável: em quem acreditar?

 

Quando os valores são enfraquecidos, quando a educação, o respeito e a credibilidade deixam de ser prioridade, e quando a ética perde espaço, quem paga o preço é toda a sociedade — principalmente as futuras gerações.

 

O futuro de uma nação começa na formação do seu povo.

 

Por isso, a pergunta que precisa ecoar em todo o país é clara:

Que Brasil estamos preparando para o amanhã?

O Brasil está sendo perdido — e não é por acaso.

Não é falta de dinheiro.

É falta de caráter, de princípios e de coragem.

 

Uma população que não lê, não pensa.

E quem não pensa é facilmente manipulada.

 

Enquanto você se omite, alguém decide por você —

e decide contra você e sua família.

 

Está sendo formada uma geração desinformada, alienada e dependente.

 

Sem o exercício da cidadania e da consciência política, não há mudança nem liberdade.

Acorda, povo! Lute por um Brasil melhor para as futuras gerações!

Eleitor: quem quer respeito, se respeita.

Deixe de ser carta marcada do sistema.

Valorize o seu voto.

 

A sociedade precisa compreender que, sem educação, valorização do professor e consciência política do eleitorado, não há solução para o Brasil.

 

“Quem não luta pelos seus direitos não é digno deles.” — Rui Barbosa

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Alderico Sena – Especialista em Gestão de Pessoas -@aldericosena -site: aldericosena.com – Consulte e leia excelentes artigos com o puro jornalismo

 

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