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Colunista Destaque – Alderico Sena


Honestamente, não estou entendendo mais nada neste Brasil. Quando o cidadão não assume suas responsabilidades no exercício da cidadania para preservar a soberania nacional — amparada pela Constituição, que assegura: “todo poder emana do povo” —, o que podemos esperar das gerações futuras?


A arma que muitos brasileiros não sabem usar é o título eleitoral. Política não é circo nem casa de espetáculo. É uma causa séria, que define o destino do país e as condições de vida da população. Basta ler a mensagem “O analfabeto político”, de Brecht. Não devemos votar por brincadeira ou em ato de revolta, pois as consequências recaem sobre todos — inclusive sobre as futuras gerações.


O momento exige reflexão e mudança de conduta responsável. Cabe ao eleitor pesquisar a história de cada candidato — presidente, senador, governador, deputado federal e estadual — observando três “C” fundamentais: caráter, competência e compromisso com as causas públicas, e não com interesses familiares ou de grupos.


Caráter não tem preço. É preciso distinguir política — como arte de trabalhar pelo bem comum — de politicagem, que manipula a consciência do povo e o erário público em benefício próprio.


Há décadas o povo assiste, de camarote, aos desmandos contra o Brasil. Quando votamos mal e não exercemos a cidadania, colocamos malfeitores nos poderes constituídos para conduzir municípios, estados e a própria nação.Na minha visão política, é inconcebível o antipatriotismo e a infantilidade do deputado Eduardo Bolsonaro, considerando os altos prejuízos à sociedade e ao país como já dizia um ditado: “Quando os que comandam perdem a vergonha, os que obedecem perdem o respeito.” Triste e vergonhoso!


A virtude cívica refere-se ao conjunto de hábitos, valores e atitudes que promovem o bem-estar coletivo e o funcionamento eficaz de uma sociedade. Já o antipatriotismo — ideologia que se opõe ao patriotismo — revela posturas cosmopolitas, internacionalistas e antinacionalistas que enfraquecem a identidade de um povo.


Eleitor, defenda a educação como prioridade ao escolher seu candidato em 2026. O Brasil possui riquezas geográficas e naturais, mas carece de riquezas na representação política. Falta autonomia, ética e compromisso verdadeiro com o futuro da nação — reflexo da desinformação, da despolitização e da precariedade educacional.


A escassez de líderes, os poderes fragilizados e a ausência de investimentos consistentes em educação têm contribuído para a banalização dos valores morais nos ambientes sociais, políticos e institucionais.


Mudar dói. Continuar como está também dói. Escolha uma dessas dores e pare de reclamar. Como disse Rui Barbosa: “Quem não luta pelos seus direitos não é digno deles.”


A CPI do eleitor é o voto consciente. Só ele pode reconstruir o Brasil, para que as futuras gerações tenham o direito de ir e vir, paz e felicidade. Querer é poder. Seja a mudança!


Alderico Sena – Especialista em Gestão de Pessoas e Coordenador de Pessoal da Assembleia Estadual Constituinte de 1989 – @aldericosena

 

Colunista Destaque – Alderico Sena 


A sociedade tem sido cúmplice ao assistir de camarote os desmandos praticados contra a humanidade e contra o país. Está sendo cruel consigo mesma. Nada mudará se o ser humano não mudar, pois é ele quem cria e descria tudo. O individualismo gera o egoísmo, raiz de todos os males. Basta observar o comportamento dos eleitores, de quem vive em condomínios fechados e até da chamada sociedade civil organizada. Como bem afirmou Rui Barbosa: “Quem não luta pelos seus direitos não é digno deles.”


A postura hipócrita, deseducada, individualista, antiética, despolitizada e desumana tem contribuído para o crescimento da violência, principalmente contra a mulher, a criança, o idoso e o meio ambiente. Quando o homem deixa de preservar as riquezas naturais criadas por Deus, torna-se urgente refletir sobre a necessidade de mudanças culturais, educacionais e comportamentais.


É preciso adotar uma nova atitude em favor do bem comum dos seres humanos, dos animais e do meio ambiente. Preservar a natureza é preservar a vida. Mais do que isso, é necessário abandonar a lógica do ter poder e capital em detrimento da coletividade, e colocar em prática o ser – caráter, dignidade, profissionalismo, ética, respeito, amor, solidariedade e compromisso com o próximo e com o Brasil. Tudo começa pela educação, pelos princípios e valores.


Devemos pensar: qual Brasil deixaremos como exemplo educacional e cultural para as novas gerações? Bons cidadãos só se formam a partir de uma escola pública de qualidade e da valorização do professor. Como afirmou Anísio Teixeira: “Só existirá democracia no Brasil no dia em que se montar no país a máquina que prepara as democracias. Essa máquina é a da escola pública.” E como disse Leonel Brizola: “Educação não é cara. Cara é a ignorância.”


Nestes primeiros 20 anos do século XXI, muitos comportamentos humanos se aproximaram do irracional, deixando famílias intranquilas, desesperadas e desconfiadas, também pelo descrédito nos três Poderes da República, marcados pela falta de eficiência e de compromisso político com as causas coletivas.


A sociedade não suporta mais tanta corrupção e impunidade. Exige dos Poderes Constituídos mais ação e menos omissão, como determina a Constituição: “Todo o poder emana do povo.”


Cabe ao eleitor compreender que quem não gosta de política é governado por quem gosta. Nada mudará sem educação, consciência política, exercício de cidadania e responsabilidade de cada um na urna. O destino do país e a qualidade de vida da população dependem das escolhas de governo. Valorize o seu voto. Valorize a si mesmo. Querer é poder. Seja a mudança que o Brasil precisa e pare de reclamar.

 

Alderico Sena – Especialista em Gestão de Pessoas @aldericosena – aldericosena.com

Colunista Destaque – Alderico Sena


Resgatar a família, a educação e o Brasil é um dever cívico de todos. É também refletir sobre o passado, viver melhor o presente e pensar no futuro. A educação está deseducada em casa, na escola e, infelizmente, em muitos outros ambientes. Hoje, vemos crianças que não respeitam mais os professores — e sabemos que educação é a ferramenta básica para socializar o ser humano.

 

A Constituição do Estado da Bahia de 1989, em seu Artigo 49 do Ato das Disposições Transitórias, determina:

“Fica criada, a partir do primeiro e segundo graus, matéria sobre educação associativa, visando a dotar os alunos e futuros profissionais de conhecimento sobre cooperativismo, cuja implantação deve ser feita no início do ano letivo, após a promulgação desta Constituição.”

 

Só poderemos formar bons cidadãos se ensinarmos, desde as primeiras letras, valores como cooperação, cidadania e responsabilidade. O cooperativismo é um caminho para o Brasil mais justo e humanitário que todos sonhamos. Educação vem de berço; a escola acrescenta conhecimento. Hoje, a inversão de valores atinge todos os níveis da sociedade.

 

A sociedade tem sido cruel consigo mesma. Com a implantação das matérias Educação Associativa e Educação Ambiental no 1º e 2º Graus, poderemos reconstruir o Brasil ensinando doutrinas fundamentais do cooperativismo, baseadas em princípios que promovem a justiça social e a solidariedade. É preciso ser para ter princípios e valores éticos e morais.

 

Vivemos em um mundo em constante transformação, marcado por desafios complexos e interligados. A globalização trouxe benefícios, mas também problemas como desigualdade econômica, perda de identidade cultural e crise ambiental. A tecnologia revolucionou nossa forma de viver, trabalhar e nos relacionar, mas trouxe riscos: dependência excessiva, disseminação de notícias falsas e ameaças à privacidade.

 

Outro ponto crucial é a sustentabilidade. O crescimento econômico acelerado e o consumo desenfreado têm provocado a exploração insustentável dos recursos naturais, ameaçando o equilíbrio do planeta. Mudanças climáticas, poluição e escassez de água são sinais de alerta que não podemos ignorar.

Para enfrentar esses desafios, é preciso compreender suas causas e agir. A desigualdade econômica gera exclusão social e instabilidade política. A crise ambiental exige medidas urgentes para evitar danos irreversíveis. E os impactos da tecnologia pedem reflexão ética e soluções responsáveis.

Preservar o meio ambiente é preservar a vida. Todos os seres humanos e animais dependem da natureza para se alimentar, tratar doenças e produzir bens essenciais.

 

O futuro dependerá das escolhas feitas agora: promover igualdade de oportunidades, respeitar a diversidade, proteger o meio ambiente, investir em educação de qualidade e adotar práticas sustentáveis. O diálogo, a cooperação internacional e a participação cidadã são ferramentas essenciais para construir uma sociedade mais inclusiva e democrática.

 

Nenhuma mudança será possível sem o engajamento de todos: governos, empresas, organizações sociais e cidadãos. Cada um tem um papel na construção de um país melhor. A cooperação é a ferramenta adequada para um mundo melhor.

 

Confesso: a maior arma do cidadão para iniciar a reconstrução do Brasil é saber usar o título eleitoral em 2026, pesquisando os três C dos candidatos antes de votar — Caráter, Competência e Compromisso com as causas da educação, do meio ambiente e do País. É na esfera de governo que se decidem os destinos da nação e as condições de vida da população.

 

O momento é de reflexão, não de omissão. Que Brasil queremos deixar para as futuras gerações? Querer é poder. Valorize seu voto e a si mesmo, eleitor. Seja a mudança — e não apenas um espectador que reclama dos políticos e do país.

 

Alderico Sena – Especialista em Gestão de Pessoas, Coordenador de Pessoal da Assembleia Estadual Constituinte de 1989, Ex-Superintendente da OCEB – Organização das Cooperativas do Estado da Bahia, Membro Fundador e Superintendente do SESCOOP – Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo da Bahia. site: aldericosena.com – @aldericosena

 

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