top of page
  • Alderico Sena Sena
  • 21 de jan.
  • 2 min de leitura

Colunista Destaque – Alderico Sena


O Brasil não pertence aos políticos; é patrimônio do povo. No entanto, parte da classe política tem se aproveitado da omissão de uma sociedade que, muitas vezes, limita o exercício da cidadania ao voto, deixando de defender a Constituição e os interesses nacionais de forma permanente.


Essa omissão cobra um preço alto, especialmente das futuras gerações. Como alertou Lima Barreto: “O Brasil não tem povo, apenas público. Povo luta por direitos; público apenas assiste de camarote.” A administração pública, por sua vez, tem sido conduzida sem o respeito necessário aos princípios constitucionais, reforçando a sensação de desordem e impunidade.


A Constituição Federal é clara. O artigo 37 determina que a administração pública deve obedecer aos princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência. Já o artigo 5º assegura que todos são iguais perante a lei. A pergunta que se impõe é simples: esses princípios estão sendo efetivamente cumpridos pelos Poderes da República?


Enquanto isso, aposentados do INSS recebem reajustes insuficientes, como o recente índice de 3,9%, incompatível com a alta dos alimentos, do IPTU, dos aluguéis, do transporte, dos combustíveis e dos planos de saúde. Essa disparidade revela uma grave injustiça social.


O governo prioriza a arrecadação, e a baixa qualidade da representação política contribui para o avanço da corrupção, da desigualdade, da violência e do sofrimento de quem trabalhou a vida inteira e hoje vê seus direitos desrespeitados.


Sem educação de qualidade, não há futuro para o Brasil. O voto consciente é o principal instrumento de mudança. Cabe ao eleitor pesquisar, refletir e escolher com responsabilidade nas eleições de 2026.


Querer é poder.

A mudança começa pelo cidadão.

Compartilhe!


Alderico Sena - Ex-presidente do MAPI – Movimento dos Aposentados na Bahia e Vice Nacional - @aldericosena

 

Colunista Destaque – Alderico Sena

Redação 12 de Janeiro de 2026

 

A Violência contra a mulher: responsabilidade de toda a sociedade. É crime. É covardia. E é responsabilidade de toda a sociedade.

 

Somente em 2025, cerca de 3,7 milhões de brasileiras sofreram violência doméstica ou familiar. Esse dado alarmante deixa claro que não estamos diante de um problema individual ou restrito ao ambiente privado. Trata-se de uma falha coletiva que envolve a família, a sociedade, a escola, a igreja e o Estado.

 

Uma relação saudável entre homem e mulher se constrói sobre pilares simples e essenciais: diálogo, respeito, confiança, autonomia, intimidade e compartilhamento de responsabilidades. No entanto, vivemos uma grave inversão de valores. O respeito e a dignidade vêm sendo substituídos pela ambição, pela hipocrisia, pelo poder e pelo controle — terreno fértil para a violência.

 

A mulher exerce um papel fundamental na estrutura social. Em muitos lares, ela cuida da casa, dos filhos, da família e ainda trabalha fora para garantir o sustento. Na prática, são três jornadas diárias em defesa da família. Ainda assim, continua sendo alvo de agressões físicas, psicológicas, morais, patrimoniais, sexuais e até políticas.

 

A realidade da mãe solo evidencia outro grave problema: a ausência paterna. Filhos precisam de pai presente — não apenas como provedor, mas como referência emocional, afetiva e educativa. A desestruturação familiar cobra um preço alto e se reflete diretamente no aumento da violência.

 

Diante desse cenário, é inevitável a pergunta: por que ainda existe tanta violência contra a mulher?

 

A resposta passa, necessariamente, pela educação. Educação não se resume à escola; ela começa em casa e se revela no exemplo, nas atitudes e no comportamento cotidiano dos pais. É na educação dos filhos que se manifestam as virtudes — ou a ausência delas — dos adultos.

 

Guardo um ensinamento simples e profundo da minha mãe: “No relacionamento é normal discordar. Mas quando um não quer, dois não brigam. E discussão nunca deve acontecer na frente dos filhos.” Essa orientação resume valores como respeito, autocontrole e responsabilidade emocional — fundamentos essenciais para a convivência saudável.

 

A violência nasce da ignorância, da ideia de posse, do ciúme excessivo e de uma cultura que associa masculinidade ao domínio e ao controle. Por isso, é urgente repensar os modelos de masculinidade que estamos reproduzindo. Onde estão os homens conscientes, que reconhecem que suas mães, esposas, irmãs, filhas ou netas já sofreram ou ainda sofrem violência?

 

É preciso afirmar com clareza: homem que violenta mulher é covarde. Não há justificativa cultural, emocional ou social que legitime a agressão.

 

O Estado também precisa assumir plenamente o seu papel. Leis existem, mas sua efetividade depende de fiscalização, monitoramento e punições rigorosas. Medidas protetivas sem acompanhamento não garantem segurança e, muitas vezes, deixam a vítima ainda mais vulnerável.

 

Outro ponto fundamental é a participação feminina na política. No Brasil, a maioria do eleitorado é composta por mulheres. Ainda assim, sua representação nos espaços de poder é insuficiente. Defender a presença feminina na política é defender voz, voto e poder de decisão para quem sente, na pele, as consequências da desigualdade e da violência.

 

Nada muda se a mulher não quiser mudar. Mas nenhuma mulher deve mudar sozinha. A transformação exige união, organização, solidariedade e compromisso coletivo. Como no lema dos Três Mosqueteiros: “Um por todos e todos por um.”

 

Precisamos construir um Brasil melhor, mais justo e mais humano para todos. O enfrentamento da violência contra a mulher não é uma pauta ideológica — é uma questão de civilidade, justiça e dignidade. Juntos, somos mais fortes.

 

 

Alderico Sena - Especialista em Gestão de Pessoaswww.aldericosena.com

 

 

Sem educação de qualidade, o Brasil continuará refém de poucos.

 

Quando vemos o Brasil entre os piores rankings globais em liderança e mão de obra qualificada, muita gente diz que falta profissional.

Isso não é verdade.

O que falta é educação de qualidade e políticas públicas eficientes.

O Congresso Nacional e a política como todo vive hoje um profundo descrédito. Ineficiência, corrupção, impunidade e práticas que afrontam o artigo 37 da Constituição Federal, que assegura: legalidade, moralidade, impessoalidade e eficiência.

 

Transformaram a Política “Casa da Mãe Joana, desorganizada, sem regras, bagunçada – “Vale Tudo”.

 

A administração pública não pertence a partidos nem a governos.

Ela é patrimônio do povo brasileiro.

E precisa ser conduzida com seriedade, ética, respeito e responsabilidade —não com a distribuição de bilhões em emendas parlamentares e fundos partidários, dentre outros atos ilegais e imorais com o dinheiro público.

 

O problema do Brasil não é apenas econômico.

Ele é educacional, social e estrutural.

 

Falta investimento em educação.

Falta planejamento.

Falta geração de trabalho, renda e empreendedorismo.

 

Programas assistenciais são importantes, sim.

Mas eles não substituem políticas estruturantes capazes de gerar autonomia e desenvolvimento sustentável.

 

O cooperativismo é parte da solução.

 

Defendo a criação de projetos produtivos, como agrovilas no Semiárido, baseadas nos princípios e valores do cooperativismo.

Inclusive com a participação de detentos, produzindo para a subsistência de suas famílias, considerando que “cabeça vazia pede folia”.

 

Isso reduz a violência, diminui custos do sistema, promove inclusão social e garante dignidade às pessoas.

 

Hoje, a realidade é dura:

a educação está fragilizada,

a saúde adoecida,

a segurança enfraquecida

e a corrupção cresce dentro dos próprios poderes constituídos.

 

O dinheiro público desviado ao longo de décadas poderia ter sido aplicado em escolas, hospitais, segurança pública, estradas, saneamento básico e projetos sociais.

Poderia ter reduzido o analfabetismo que ainda hoje é usado como instrumento de manipulação política.

 

Educação e política definem o destino de uma nação.

 

A desigualdade, a fome, a violência e o retrocesso social também são responsabilidade de uma sociedade que investe pouco em educação.

 

Como disse Darcy Ribeiro:

“A crise da educação no Brasil não é uma crise; é um projeto.”

 

Manter o povo desinformado é estratégia de poder.

 

Enquanto tratarmos o problema do Brasil apenas como econômico, continuaremos ignorando suas verdadeiras raízes.

 

Por isso, defendo que a sociedade deve cobrar do próximo Presidente da República três reformas essenciais urgentes:

Administrativa, Política e Partidária com participação efetiva da sociedade civil organizada e respeito ao dinheiro público, inclusive assegurando que para o exercício de cargos de Diretoria de Partidos, as eleições se processarão por Convenção, permitida a reeleição para mais um mandato consecutivo, visto que tem Presidentes de Partido que transformaram, cargos de diretoria “VITALICIO”.

 

O Brasil não pode continuar refém de poucos em detrimento de milhões.

E deixo aqui um recado final:

Pensem no país que queremos deixar para nossos filhos e netos.

 

2026, ano de reflexão e ação, vote de forma consciente e ajude a construir um país melhor para as futuras gerações.

 

Pesquise na internet a história do candidato antes de dar o seu voto, priorizando caráter, competência e compromisso do candidato com os destinos do país e as condições de vida da população.

 

A mudança precisa ser dos eleitores! Mudar: Doí. Continuar como está: Doí. Escolha uma das dores e pare de reclamar. Dê valor ao seu voto e a você, eleitor.

 

“Quando os que comandam perdem a vergonha os que obedecem perdem o respeito”. Georg Lichtenberg

 

“Quem não luta pelos seus direitos não é digno deles” Rui Barbosa. Seja a mudança.

 

Se esta reflexão fez sentido,

curta, compartilhe este artigo e ajude essa mensagem a chegar a mais brasileiros.

 

Alderico Sena – Especialista em Gestão de Pessoas site: aldericosena.com – @aldericosena

 

 

Categorias:
Arquivos:
Contate-nos

Obrigado pelo envio!

Pagina do Facebook:
  • Facebook Basic Square
bottom of page