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Sem educação de qualidade, o Brasil continuará refém de poucos.

 

Quando vemos o Brasil entre os piores rankings globais em liderança e mão de obra qualificada, muita gente diz que falta profissional.

Isso não é verdade.

O que falta é educação de qualidade e políticas públicas eficientes.

O Congresso Nacional e a política como todo vive hoje um profundo descrédito. Ineficiência, corrupção, impunidade e práticas que afrontam o artigo 37 da Constituição Federal, que assegura: legalidade, moralidade, impessoalidade e eficiência.

 

Transformaram a Política “Casa da Mãe Joana, desorganizada, sem regras, bagunçada – “Vale Tudo”.

 

A administração pública não pertence a partidos nem a governos.

Ela é patrimônio do povo brasileiro.

E precisa ser conduzida com seriedade, ética, respeito e responsabilidade —não com a distribuição de bilhões em emendas parlamentares e fundos partidários, dentre outros atos ilegais e imorais com o dinheiro público.

 

O problema do Brasil não é apenas econômico.

Ele é educacional, social e estrutural.

 

Falta investimento em educação.

Falta planejamento.

Falta geração de trabalho, renda e empreendedorismo.

 

Programas assistenciais são importantes, sim.

Mas eles não substituem políticas estruturantes capazes de gerar autonomia e desenvolvimento sustentável.

 

O cooperativismo é parte da solução.

 

Defendo a criação de projetos produtivos, como agrovilas no Semiárido, baseadas nos princípios e valores do cooperativismo.

Inclusive com a participação de detentos, produzindo para a subsistência de suas famílias, considerando que “cabeça vazia pede folia”.

 

Isso reduz a violência, diminui custos do sistema, promove inclusão social e garante dignidade às pessoas.

 

Hoje, a realidade é dura:

a educação está fragilizada,

a saúde adoecida,

a segurança enfraquecida

e a corrupção cresce dentro dos próprios poderes constituídos.

 

O dinheiro público desviado ao longo de décadas poderia ter sido aplicado em escolas, hospitais, segurança pública, estradas, saneamento básico e projetos sociais.

Poderia ter reduzido o analfabetismo que ainda hoje é usado como instrumento de manipulação política.

 

Educação e política definem o destino de uma nação.

 

A desigualdade, a fome, a violência e o retrocesso social também são responsabilidade de uma sociedade que investe pouco em educação.

 

Como disse Darcy Ribeiro:

“A crise da educação no Brasil não é uma crise; é um projeto.”

 

Manter o povo desinformado é estratégia de poder.

 

Enquanto tratarmos o problema do Brasil apenas como econômico, continuaremos ignorando suas verdadeiras raízes.

 

Por isso, defendo que a sociedade deve cobrar do próximo Presidente da República três reformas essenciais urgentes:

Administrativa, Política e Partidária com participação efetiva da sociedade civil organizada e respeito ao dinheiro público, inclusive assegurando que para o exercício de cargos de Diretoria de Partidos, as eleições se processarão por Convenção, permitida a reeleição para mais um mandato consecutivo, visto que tem Presidentes de Partido que transformaram, cargos de diretoria “VITALICIO”.

 

O Brasil não pode continuar refém de poucos em detrimento de milhões.

E deixo aqui um recado final:

Pensem no país que queremos deixar para nossos filhos e netos.

 

2026, ano de reflexão e ação, vote de forma consciente e ajude a construir um país melhor para as futuras gerações.

 

Pesquise na internet a história do candidato antes de dar o seu voto, priorizando caráter, competência e compromisso do candidato com os destinos do país e as condições de vida da população.

 

A mudança precisa ser dos eleitores! Mudar: Doí. Continuar como está: Doí. Escolha uma das dores e pare de reclamar. Dê valor ao seu voto e a você, eleitor.

 

“Quando os que comandam perdem a vergonha os que obedecem perdem o respeito”. Georg Lichtenberg

 

“Quem não luta pelos seus direitos não é digno deles” Rui Barbosa. Seja a mudança.

 

Se esta reflexão fez sentido,

curta, compartilhe este artigo e ajude essa mensagem a chegar a mais brasileiros.

 

Alderico Sena – Especialista em Gestão de Pessoas site: aldericosena.com – @aldericosena

 

 

Colunista Destaque - Alderico Sena


A Jovem Guarda dos anos 50, 60 e 70 — que cantou o amor, a alegria e a força do universo jovem, sem bandeiras políticas — aos poucos estão se despedindo. E a grande pergunta permanece: onde está a renovação?


Eles representaram alegria, amor e juventude. A era do rock ‘n’ roll, iê iê iê, twist, bossa-nova Nova e do Tropicalismo. Um tempo sem ódio, sem divisão e sem radicalismos políticos.O SER prevalecia sobre o TER.


Envelhecer é um triunfo, mas é preciso que o país garanta políticas públicas capazes de assegurar dignidade e qualidade de vida aos idosos, conforme determina o Artigo 230 da Constituição. Essa obrigação, no entanto, não é honrada pelos governos. Onde está o Hospital do Idoso?


Desde 2011 reivindicamos a criação do Hospital do Idoso. Até o momento, nenhuma providência foi tomada. Protocolamos pedidos junto ao Prefeito de Salvador, ao Governador e até à Presidência da República.

A criação do Hospital do Homem, sem a correspondente implantação do Hospital do Idoso, evidencia a ausência de políticas públicas eficazes e o desrespeito aos trabalhadores que ajudaram a construir o Brasil com trabalho, honradez e dignidade.


Enquanto isso, a juventude vive sobressaltada, sem perspectivas. Assiste ao crescimento do poder concentrado nas mãos de poucos e às desigualdades que reduzem oportunidades de estudo e de trabalho.


Como atrair nossos jovens para a política — se hoje muitos preferem ser médicos, engenheiros ou seguir outras carreiras? O Brasil precisa de políticos que honrem o país e defendam as causas coletivas. Sem educação, não há futuro. Não há desenvolvimento. Não há Brasil possível.


É dever dos pais e da escola ensinar aos jovens que a qualidade dos representantes depende do uso consciente da única arma do eleitor: o Título Eleitoral.


A sociedade reclama dos políticos, mas esquece que foi o povo quem os elegeu. O baixo nível de representantes nos municípios, nos estados e no país é responsabilidade direta de quem vota — e de quem mantém no poder, por décadas, políticos sem compromisso com o coletivo. Poder aliado a capital gera corrupção e violência.


O eleitor ainda erra ao votar por dinheiro, favores e vantagens momentâneas, prejudicando milhões de brasileiros — inclusive sua própria família.


O sistema é cruel. Mantém-se no poder usando a desinformação, o desinteresse e a falta de educação política da população. A mensagem de Bertolt Brecht permanece atual: O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não sabe que o preço do feijão, do aluguel, do remédio, dentre outros depende das decisões políticas.”


Nenhum país se torna sério e respeitado sem homens que possuam os três C:Caráter, Competência e Compromisso.


O Brasil vive uma crise moral, política e institucional — e sofre pela falta de líderes. Para superá-la, é preciso que o eleitor exerça cidadania e consciência política. O país não suporta mais as negociatas do Centrão e de políticos que não honram o mandato que receberam.


Criticar por criticar, sem agir para mudar o sistema arcaico, corrupto e perverso, é uma postura covarde e omissa. O eleitor que aceita ser manipulado a cada quatro anos — elegendo e reelegendo os mesmos — contribui para perpetuar o caos que destrói o Brasil.


O que queremos deixar como exemplo às futuras gerações? Uma sociedade deseducada, violenta e moralmente destruída?


A falta de líderes também nasce do enfraquecimento dos grêmios estudantis e diretórios acadêmicos. A escola deveria ser o berço da formação política, da organização estudantil e do surgimento de líderes comprometidos com o futuro do país.


É nas unidades de ensino que deveriam nascer os novos gestores, parlamentares e agentes públicos capazes de enfrentar o sistema eleitoral defeituoso, a centralização de poder e a velha política viciada.


Eleitor, nas eleições de 2026, é esse Congresso Nacional Inimigo que lhe representará?  Dê valor ao seu voto — e a você mesmo. Querer é poder. Seja a mudança. Pare de reclamar e aja.


Se essa reflexão fez sentido para você, curta, compartilhe este artigo e ajude essa mensagem a chegar mais longe.


Alderico Sena – Especialista em Gestão de Pessoas – @aldericosena – www.aldericosena.com


Colunista Destaque – Alderico Sena

 

Natal: época de reflexão, mudança de comportamento e fortalecimento da paz e da família

O verdadeiro significado do Natal é celebrar o nascimento de Jesus Cristo, que trouxe ao mundo amor, paz, esperança e redenção. É um convite à reflexão, à fé, ao perdão e à solidariedade, destacando a essência da união, do cuidado e do respeito ao próximo.

Da mesma forma, o Ano Novo simboliza renovação, esperança e recomeço. Marca a transição entre ciclos e nos chama a uma revisão educacional, moral, comportamental e espiritual, para que iniciemos o novo ano mais conscientes e comprometidos com o bem.

 

A inversão de valores no ser humano

 

A sociedade vive um período preocupante de distorção moral e ética, no qual comportamentos antes condenados passaram a ser aceitos ou normalizados. Essa inversão destrói virtudes como honestidade, respeito e responsabilidade, fortalecendo o individualismo, o imediatismo e o materialismo.

 

  • Moralidade: O enganador é visto como “esperto”, e o trabalhador honesto como “ingênuo”.

  • Respeito: A autoridade — de pais, professores ou líderes — perde valor.

  • Mídia e cultura: Exalta-se o “malandro”; ridiculariza-se o bom caráter.

  • Relações pessoais: Compromisso e fidelidade são substituídos pelo efêmero.

  • Instituições: A família, base da sociedade, perde sua força.

  •  

Causas e Consequências

Causas: Mudanças sociais aceleradas, influência da mídia, individualismo e, segundo algumas visões, manipulação de valores.

Consequências: Violência, conflitos, desigualdade, consumismo e perda de referências éticas.

 

O que fazer

 

Construir um país melhor exige:

  • Educação ética e cidadã

  • Fortalecimento da família, primeira escola da vida

  • Equilíbrio entre o individual e o coletivo.

 

Os jovens devem aprender que a Lei Máxima da Sociedade é o:

AMOR AO PRÓXIMO!

 

Não podemos esquecer: violência contra a mulher é covardia e destrói a formação emocional das novas gerações.

 

Para 2026, consciência, respeito, cooperação e solidariedade precisam ser pilares das famílias e da sociedade.

 

É preciso ensinar as novas gerações a SER, e não a TER.

 

O cidadão que desconhece seus deveres e direitos é um SER Humano pela metade.

 

Alderico Sena – Especialista em Gestão de Pessoas - @aldericosena – aldericosena.com

 

 

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