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Colunista – Alderico Sena


Vamos passar o Brasil a limpo para as futuras gerações? O uso do dinheiro público precisa ser respeitado!

Três pilares impedem o crescimento e o desenvolvimento do Brasil: a precariedade da educação, a despolitização e a desinformação do povo — como bem alertou o educador e companheiro de partido Darcy Ribeiro: “A crise da educação no Brasil não é uma crise; é um projeto.”

Os movimentos sociais sempre foram a alma da democracia. Surgem do inconformismo, da luta por direitos e da esperança por um país mais justo. No Brasil, já presenciamos mobilizações históricas — do sindicalismo ao feminismo, do movimento estudantil às Diretas Já. Mas por que, então, esses movimentos parecem ter perdido força na defesa de um Brasil melhor para todos?

As razões são diversas: mudanças de foco, perda de representatividade, fragmentação das lideranças e o impacto das redes sociais, que muitas vezes substituem a ação coletiva por manifestações digitais efêmeras. No entanto, ainda há esperança. A sociedade continua clamando por saúde, educação, segurança, trabalho digno, menos desigualdade e ética na política. O Brasil precisa redescobrir essa energia.

É urgente o fortalecimento de movimentos sociais independentes, respeitados, com lideranças comprometidas com ideias e projetos voltados ao crescimento e ao desenvolvimento, para que a sociedade civil recupere sua liberdade e seu espaço no debate público — livre de amarras partidárias.

Onde estão os movimentos nas ruas? É preciso dar ouvidos à célebre frase do presidente da Assembleia Nacional Constituinte, deputado federal Ulysses Guimarães: “A única coisa que mete medo em político é o povo na rua.” Precisamos de mobilização para combater a imoralidade da politicagem visível no Congresso Nacional, como o aumento do número de deputados federais de 513 para 531 e a ampliação do mandato de senador de 8 para 10 anos. Parlamentares seguem legislando em causa própria, ampliando seus privilégios sem consultar a população.

O dinheiro público pertence à sociedade — não a partidos ou governos — e deve ser aplicado com zelo, responsabilidade, transparência, impessoalidade e ética. Seu destino deve ser o bem comum e o desenvolvimento socioeconômico do país, não o sustento de privilégios, como as emendas secretas, gratificações e benefícios milionários concedidos a determinadas classes dos Três Poderes. A cultura vigente é a de poucos com muito e muitos com poucos recursos — razão do crescimento das desigualdades sociais, da fome, da miséria e da violência no país.

Enquanto isso, o trabalhador sobrevive com um salário mínimo de R$ 1.518,00, e os aposentados — que tanto contribuíram — veem seus benefícios corroídos ano após ano, sem acesso a qualquer tipo de vantagem ou mordomia. Indignação é a palavra de ordem!

A hora é de ação, não de omissão. A sociedade brasileira precisa se reorganizar. A verdadeira “CPI do eleitor” será o voto consciente em 2026. Exercer a cidadania e lutar por um Brasil mais justo é missão de todos nós.

Para apontar novos rumos ao Brasil, é essencial considerar os seguintes aspectos:

Desenvolvimento Regional: incentivar a produção local com a integração de pequenos produtores, por meio de programas como o PRONAF — Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar.

Educação e Desenvolvimento Vocacional: priorizar a educação associativa e ambiental desde o ensino básico, capacitando alunos em cooperativismo e empreendedorismo, com foco na geração de emprego, trabalho e renda nos bairros e nos 5.570 municípios do país.

Inovação e Tecnologia: valorizar o capital humano e promover a inovação tecnológica para aumentar a competitividade e a sustentabilidade.

Economia Sustentável: focar na transição energética e na preservação ambiental, considerando também o papel estratégico do agronegócio.

Políticas Públicas: estabelecer um plano nacional com metas de curto, médio e longo prazos, voltado ao desenvolvimento humano e econômico equitativo.

Esses elementos são fundamentais para moldar o futuro do Brasil e garantir um desenvolvimento sustentável e justo.

A sociedade só tem deveres; direitos, nenhum. Aceita passivamente aumentos abusivos de energia, combustível, gás, alimentos, pedágios, ISS, ICMS, IPTU, IPVA, planos de saúde, entre outros. E qual a reação da sociedade?

O povo brasileiro precisa refletir sobre a mensagem do escritor Lima Barreto:“O Brasil não tem povo, apenas público. Povo luta pelos seus direitos; público só assiste de camarote.”

É hora de transformar o público em povo, revitalizar os movimentos sociais, reacender o debate público e defender as reformas política e administrativa. É preciso acabar com o nepotismo, proibindo indicações políticas para cargos diretivos e de conselheiros em instituições de controle e fiscalização dos Poderes Executivo e Judiciário — como vem ocorrendo nos Tribunais de Contas da União, dos Estados e dos Municípios.

Também é urgente eliminar bonificações abusivas de grupos privilegiados do funcionalismo público e pôr fim à reeleição na administração pública — direta, indireta ou fundacional — em qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, bem como em instituições parafiscais que recebem recursos públicos, como o Sistema S, Confederações, Fundações e outras entidades.

É necessário, ainda, reduzir o número de partidos políticos para cinco — esquerda, centro-esquerda, centro, direita e extrema-direita. Essa medida evitaria o desperdício de recursos com as festas do fundo partidário, além de trazer mais clareza, representatividade e moralidade ao cenário político.

Outro ponto crucial é garantir eleições diretas para dirigentes de instituições públicas atualmente indicados por governadores e pelo Presidente da República, em consonância com o artigo 37 da Constituição Federal, que estabelece os princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade e eficiência.

Acredito que muitos representantes públicos desconhecem o conceito de virtudes cívicas daqueles que governam a coisa pública. Agem como se o que é ilegal fosse também moral. Aprendi em casa que é preciso ser para ter, enquanto alguns representantes visam apenas o ter, sem jamais se preocupar com o ser.

A alternância de poder é essencial, pois poder e capital concentrados alimentam a corrupção, a violência e a impunidade. A cidadania precisa de voz — e essa voz é coletiva. Cumprir a Constituição é dever de todos, lembrando que: “Todo poder emana do povo.”

Somente assim poderemos alcançar os objetivos fundamentais da República, com os Três Poderes constituídos, fortes, independentes e respeitados, para construir, com as novas gerações, uma sociedade livre, justa, solidária e menos desigual.

Essa é a bandeira que defendo para reconstruir o Brasil — com ações concretas, em defesa da Ordem e Progresso — por um país melhor para as futuras gerações.

Lembrando aos eleitores: quando o eleitor troca o voto por um favor pessoal, elege um candidato corrupto e prejudica milhões de brasileiros — inclusive sua própria família. Querer é poder! Seja a mudança!

Alderico Sena – Especialista em Gestão de Pessoas, Ex-Presidente do Movimento dos Aposentados na Bahia e Vice-Presidente Nacional do MAPI/PDTSite: aldericosena.com

Colunista Destaque – Alderico Sena


A gestão condominial e associativa enfrenta desafios complexos, especialmente na administração das finanças. Nem todo gestor domina conceitos contábeis, orçamentários ou conhece a legislação aplicável — e é aí que o Conselho Fiscal se torna um pilar essencial para garantir transparência e segurança na aplicação dos recursos.

 

As entidades movimentam valores expressivos provenientes das taxas dos associados, que financiam desde despesas operacionais até investimentos. Tal movimentação gera uma cadeia documental composta por contratos, notas fiscais, recibos, folhas de pagamento e encargos sociais. Sem controle adequado, esses registros podem se tornar fontes de erros ou irregularidades prejudiciais a todos.

 

O conselho fiscal não responde ao conselho de administração e nem à diretoria executiva. Sua função é paralela e, muitas vezes, contraponto às decisões da gestão, principalmente quando há suspeitas de irregularidades.

 

O Conselho Fiscal, por ser um órgão independente que representa o associado, o acionista, o condômino, entre outros, é de fundamental importância. É essencial que este disponibilize informações como e-mail e telefone, a fim de garantir que os gestores cumpram os princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade e eficiência na administração.

 

O Conselho Fiscal, geralmente formado por três membros titulares e três suplentes, acompanha o orçamento, fiscaliza receitas e despesas e emite pareceres técnicos sobre a gestão financeira. Sua função não é aprovar ou rejeitar contas — essa deliberação cabe à Assembleia. No entanto, é o Conselho que municia os associados com dados claros e objetivos para a tomada de decisões.

 

O planejamento orçamentário é vital para evitar déficits e cobranças extras. A criação de um fundo de reserva, por exemplo, promove estabilidade e segurança financeira. Ao identificar falhas ou inconsistências, o Conselho Fiscal deve orientar o gestor quanto à correção. Em casos mais graves, pode propor auditoria externa, conforme previsto no Estatuto Social.

 

 

A responsabilidade jurídica sobre os recursos é do síndico ou presidente da entidade — respondendo civil e criminalmente por seus atos. Diante de decisões complexas e sensíveis, o suporte técnico e ético de um Conselho Fiscal atuante torna-se um verdadeiro escudo coletivo.

Funções do Conselho Fiscal

  • Elaboração de Pareceres e Relatórios: Trimestrais e com base no orçamento aprovado. O trabalho não é apenas técnico — é social, preventivo e colaborativo.

  • Fiscalização: Cabe ao Conselho verificar os atos do gestor, garantindo que estejam em conformidade com os deveres legais e estatutários.

  • Transparência: Atua para assegurar a clareza nas atividades financeiras da entidade, protegendo os interesses dos associados.

  • Avaliação das Demonstrações Financeiras: A supervisão rigorosa é essencial para manter a integridade dos números apresentados.

  • Autonomia: O Conselho Fiscal deve agir de forma independente da diretoria, o que assegura a confiabilidade das informações.

  • Opiniões e Recomendações: Pode emitir pareceres sobre matérias relevantes, contribuindo para a ética e a boa governança. Conhecer o Estatuto e o Regimento Interno em sua totalidade é indispensável para garantir maior segurança à gestão.

 

Reflexões sobre Corrupção e Cidadania

As causas que podem levar à corrupção em condomínios, entidades associativas e nos Três Poderes Constituídos incluem:

  • Gestões desonestas: Síndicos que não agem com transparência e responsabilidade podem facilitar a corrupção.

  • Falta de comunicação: O silêncio entre condôminos e gestores abre espaço para práticas irregulares.

  • Desvio de recursos: Quando há apropriação indevida de valores ou bens comuns.

  • Aprovações sem quórum: Decisões tomadas sem observar o quórum exigido podem ser ilegítimas.

  • Auditorias preventivas: Realizar auditorias com frequência ajuda a detectar irregularidades antes que se agravem.

  •  

Irregularidades em condomínios, entidades associativas, empresas e nos Três Poderes Constituídos ocorrem, em grande parte, devido à ineficiência na fiscalização, ao não cumprimento das atribuições previstas no Estatuto Social e na Constituição Federal — além de, de forma ainda mais preocupante, pela falta de exercício da cidadania por parte do brasileiro.

Como disse Lima Barreto:

“O Brasil não tem povo, apenas público. Povo luta pelos seus direitos, público só assiste de camarote.”

 

Essa crítica revela a fragilidade cultural e educacional de uma sociedade desinformada e despolitizada — algo que precisa urgentemente ser enfrentado com engajamento, informação e participação ativa.

 

Alderico Sena – Especialista em Gestão de Pessoas; ex-síndico; membro das Comissões de Reforma do Estatuto Social, dos Regimentos Internos, de Auditoria Interna; e membro do Conselho Fiscal de Condomínio, Escotismo e Cooperativa.Contato: aldericosena.com | Instagram: @aldericosena

Colunista DestaqueAlderico Sena


Ser dirigente do Esporte Clube Bahia, exercer mandato político para promover políticas públicas voltadas aos aposentados, dar mais esperança, voz e representação aos jovens na Câmara Municipal de Salvador; criar uma fundação de apoio a crianças e idosos em situação de vulnerabilidade; e fundar uma rádio voltada à informação — com jornalismo ético, em reverência à célebre frase de Rui Barbosa: “A imprensa é a vista da Nação” — foram sonhos que alimentei com entusiasmo.


Vejo o rádio como o jornal de quem não sabe ler e o mestre de quem não pode ir à escola. Um dos maiores problemas da sociedade é a desinformação — e luto contra isso.


Em 2009, investi em minha formação com o curso de Interpretação para TV – Telejornalismo, ministrado pela professora Rada Rezedá, no Centro de Artes e Propaganda Ltda. Foram sonhos não realizados, mas pelos quais lutei com coragem e propósito.

Em 2013, participei da histórica eleição que democratizou o Esporte Clube Bahia, concorrendo como vice-presidente na chapa “Virada Tricolor”, que elegeu o inesquecível presidente Fernando Schimitt.

 

Na política, fui candidato por três vezes, sempre com recursos próprios e movido pelo desejo de retribuir à sociedade os investimentos que recebi por meio do ensino público.


Minha Trajetória Política


1988 — Candidato a vereador por Salvador. Criei uma embalagem de papel para acarajé, abará e bolinho de estudante, distribuída por amigas baianas como publicidade da campanha. Slogan: “Vote no Ser e não no Ter.”

1990 — Candidato a deputado estadual. Lema: “É hora de ação e não de omissão.”

2016 — Após 26 anos afastado, retornei como candidato a vereador. Lema: “Seja a mudança.”


Minha motivação sempre foi clara: “Devolver à sociedade os conhecimentos que conquistei, pois foi o povo quem pagou meus estudos” — ensinamento que herdei da minha mãe.


Reflexões Sobre o Brasil


O problema do Brasil reside na falta de educação e na desinformação do povo.

 

Os pilares partidários ruíram — o que existe hoje são aglomerados de siglas sem programas ou compromissos com os destinos do país e com as condições de vida da população. Na política, o ter (dinheiro) venceu o ser (caráter). Aprendi: é preciso ser para ter.


O Brasil não crescerá enquanto o eleitor não usar seu título de eleitor com sabedoria e votar em candidatos livres, comprometidos com bons costumes — não com interesses pessoais e a corrupção.


Propostas da Candidatura de 2016


Saúde e Proteção Social

Criação de hospital e casa de repouso para idosos e pessoas com deficiência oriundos do interior, em tratamento médico em Salvador

Implantação da Secretaria de Proteção à Pessoa Idosa e à Pessoa com Deficiência


Mobilidade e Acessibilidade


Padronização da altura dos degraus dos ônibus (20 cm), facilitando o acesso para todos.


Educação e Cultura

Educação em tempo integral e valorização do professor

Implantação de bibliotecas comunitárias nos bairros

Psicólogos e assistentes sociais nas escolas

Segurança escolar com militares da reserva e detectores de metais

Incentivo à cultura, escotismo, grêmios estudantis e execução dos hinos nacionais

Introdução da disciplina sobre associativismo a partir do 1º grau, com foco em cooperativismo


Emprego, Renda e Inovação

Apoio ao cooperativismo e ao pequeno empreendedor

Criação de cooperativas nos bairros para geração de trabalho, renda e dignidade


Esporte Amador

Campeonatos escolares e olimpíadas nos bairros

 

Combate à Corrupção

Fiscalização rigorosa dos recursos públicos

Criação da Controladoria Geral de Convênios (CGC)


Meio Ambiente

Educação ambiental e incentivo à energia renovável

Fiscalização da retirada de árvores nativas

Projeto “Meu Bairro Mais Verde”

Revitalização dos rios

Apoio a cooperativas de materiais recicláveis


Promessas Não, Metas Sim!


Se eleito, meu compromisso seria contribuir com minha experiência como dirigente partidário, assessor parlamentar e coordenador da Assembleia Constituinte de 1989, propondo projetos focados no crescimento econômico e na geração de emprego e renda.


O Brasil Precisa de Liderança


Vivemos uma crise moral, política e institucional. A educação política é negligenciada, os partidos perderam seu papel formativo, e o sistema arcaico estimula a ignorância do eleitor. Falta liderança ética e comprometida.


Como disse Bertolt Brecht:


“O pior analfabeto é o analfabeto político…”


Darcy Ribeiro alertou:


“A crise da educação no Brasil não é uma crise; é um projeto.”


Rui Barbosa complementa:


“De tanto ver triunfar as nulidades… o homem chega a desanimar da virtude…”Seja a Mudança!


Faltam representantes políticos com os 3 Cs: Caráter, Competência e Compromisso com o povo e com o país.


Nada muda se você não quiser:


Pesquise a história dos candidatos

Valorize seu voto

Caráter não tem preço

Querer é poder


Seja a mudança nas eleições de outubro de 2026!


Alderico Sena — Especialista em Gestão de Pessoas – Instagram: @aldericosena -Site: www.aldericosena.com

 

 

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