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Qual Brasil Queremos Deixar para as Futuras Gerações? Redação 5 de janeiro, 2026 - Noticia Livre

  • Foto do escritor: Alderico Sena Sena
    Alderico Sena Sena
  • 12min
  • 3 min de leitura

 

Sem educação de qualidade, o Brasil continuará refém de poucos.

 

Quando vemos o Brasil entre os piores rankings globais em liderança e mão de obra qualificada, muita gente diz que falta profissional.

Isso não é verdade.

O que falta é educação de qualidade e políticas públicas eficientes.

O Congresso Nacional e a política como todo vive hoje um profundo descrédito. Ineficiência, corrupção, impunidade e práticas que afrontam o artigo 37 da Constituição Federal, que assegura: legalidade, moralidade, impessoalidade e eficiência.

 

Transformaram a Política “Casa da Mãe Joana, desorganizada, sem regras, bagunçada – “Vale Tudo”.

 

A administração pública não pertence a partidos nem a governos.

Ela é patrimônio do povo brasileiro.

E precisa ser conduzida com seriedade, ética, respeito e responsabilidade —não com a distribuição de bilhões em emendas parlamentares e fundos partidários, dentre outros atos ilegais e imorais com o dinheiro público.

 

O problema do Brasil não é apenas econômico.

Ele é educacional, social e estrutural.

 

Falta investimento em educação.

Falta planejamento.

Falta geração de trabalho, renda e empreendedorismo.

 

Programas assistenciais são importantes, sim.

Mas eles não substituem políticas estruturantes capazes de gerar autonomia e desenvolvimento sustentável.

 

O cooperativismo é parte da solução.

 

Defendo a criação de projetos produtivos, como agrovilas no Semiárido, baseadas nos princípios e valores do cooperativismo.

Inclusive com a participação de detentos, produzindo para a subsistência de suas famílias, considerando que “cabeça vazia pede folia”.

 

Isso reduz a violência, diminui custos do sistema, promove inclusão social e garante dignidade às pessoas.

 

Hoje, a realidade é dura:

a educação está fragilizada,

a saúde adoecida,

a segurança enfraquecida

e a corrupção cresce dentro dos próprios poderes constituídos.

 

O dinheiro público desviado ao longo de décadas poderia ter sido aplicado em escolas, hospitais, segurança pública, estradas, saneamento básico e projetos sociais.

Poderia ter reduzido o analfabetismo que ainda hoje é usado como instrumento de manipulação política.

 

Educação e política definem o destino de uma nação.

 

A desigualdade, a fome, a violência e o retrocesso social também são responsabilidade de uma sociedade que investe pouco em educação.

 

Como disse Darcy Ribeiro:

“A crise da educação no Brasil não é uma crise; é um projeto.”

 

Manter o povo desinformado é estratégia de poder.

 

Enquanto tratarmos o problema do Brasil apenas como econômico, continuaremos ignorando suas verdadeiras raízes.

 

Por isso, defendo que a sociedade deve cobrar do próximo Presidente da República três reformas essenciais urgentes:

Administrativa, Política e Partidária com participação efetiva da sociedade civil organizada e respeito ao dinheiro público, inclusive assegurando que para o exercício de cargos de Diretoria de Partidos, as eleições se processarão por Convenção, permitida a reeleição para mais um mandato consecutivo, visto que tem Presidentes de Partido que transformaram, cargos de diretoria “VITALICIO”.

 

O Brasil não pode continuar refém de poucos em detrimento de milhões.

E deixo aqui um recado final:

Pensem no país que queremos deixar para nossos filhos e netos.

 

2026, ano de reflexão e ação, vote de forma consciente e ajude a construir um país melhor para as futuras gerações.

 

Pesquise na internet a história do candidato antes de dar o seu voto, priorizando caráter, competência e compromisso do candidato com os destinos do país e as condições de vida da população.

 

A mudança precisa ser dos eleitores! Mudar: Doí. Continuar como está: Doí. Escolha uma das dores e pare de reclamar. Dê valor ao seu voto e a você, eleitor.

 

“Quando os que comandam perdem a vergonha os que obedecem perdem o respeito”. Georg Lichtenberg

 

“Quem não luta pelos seus direitos não é digno deles” Rui Barbosa. Seja a mudança.

 

Se esta reflexão fez sentido,

curta, compartilhe este artigo e ajude essa mensagem a chegar a mais brasileiros.

 

Alderico Sena – Especialista em Gestão de Pessoas site: aldericosena.com – @aldericosena

 

 

 
 
 

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