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Colunista Destaque – Alderico Sena


A sociedade moderna está vivendo no mundo da hipocrisia, devido à falta de compromisso com os interesses comuns.

Caráter não tem preço! “Vivemos em um mundo onde tudo tem preço, mas nada tem valor, e as poucas coisas que tem valor, poucos sabem valorizar! ”A educação começa em casa, só podemos formar cidadãos, ensinando a criança desde as primeiras letras a ser cidadão.  “Educação não transforma o mundo. Educação muda pessoas. Pessoas transformam o mundo” Paulo Freire. 

É preciso SER para ter! O Sistema poder e capital geram corrupção e violência e é cruel com ele mesmo não formando homens e mulheres livres e preparados para exercerem suas habilidades, ideias, conscientes de seus deveres e direitos coletivos. O Brasil e o Meio Ambiente precisam da consciência e do exercício de cidadania de todos, considerando suas riquezas naturais e geográficas, mas falta riqueza humana para zelar e preservar a natureza. “Preservar a natureza é preservar a vida”.

O que é cidadania! Cidadania refere-se ao conjunto de direitos e deveres do indivíduo em um dado território.

O cidadão é um indivíduo que convive em sociedade, exercendo os seus deveres e usufruindo de seus direitos. O cidadão tem direitos civis e políticos no Estado em que nasceu ou se naturalizou. Quando uma pessoa tem consciência e exerce bem os seus direitos e deveres para com a pátria está praticando a cidadania. O que garante o artigo “1º da Constituição Federal, constitui-se em Estado Democrático de Direito e tem como fundamentos:

I – a cidadania;

II – a soberania;

III – a dignidade da pessoa humana;

IV – os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa;

V – o pluralismo político.

Parágrafo único. Todo o poder emana do povo”

Valores cívicos são princípios éticos e morais que orientam o comportamento dos indivíduos em sociedade, promovendo o respeito, a solidariedade, a responsabilidade e a justiça. São valores essenciais para a convivência pacífica e harmoniosa entre as pessoas, contribuindo para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária. Exemplos de valores cívicos incluem o respeito às leis, o respeito ao próximo, a honestidade, a tolerância, a cooperação, a igualdade de direitos e deveres, entre outros. Esses valores são fundamentais para o fortalecimento da democracia e para a promoção do bem-estar coletivo.

Ser cidadão ético é uma referência de dignidade, princípios e valores que se aprende na família, pois ser ético com o próximo, a natureza, animais e instituições é um dever de todo ser humano. Ser ético nada mais é do que agir de forma honesta, proceder bem, sem prejudicar os outros. É cumprir com os valores da sociedade em que vive, ou seja, onde mora, trabalha, estuda, etc. Ética é tudo que envolve integridade, é ser honesto em qualquer situação e ter coragem para assumir seus erros. Todo ser ético reflete sobre suas ações com o bem ou o mal para seu próximo e seu País. É ter a consciência limpa e liberdade.

Hoje ser cidadão é votar nas eleições. Se escolher um candidato e votar é sinônimo de democracia e cidadania porque o voto é obrigatório. Não seria melhor formar o cidadão consciente, mas a quem cabe o dever de formar o cidadão? A escola? A família? A sociedade? O Estado?

O que fazer então para andar um pouco mais seguro nesse terreno nebuloso da inversão de valores e princípios predominante na humanidade? Algumas estratégias podem dar um norte: Não faça absolutamente nada que você não possa assumir em público, tendo a perfeita dimensão de quais são os seus limites; é importante também que avalie os riscos das decisões que toma, principalmente os políticos que ajuda a eleger e a reeleger a cada eleição; verifique se os valores da empresa são compatíveis com os seus. Se não, você tem apenas três saídas: ou você muda as regras ou tenta se adequar ou procura outro lugar que lhe seja mais conveniente; trabalhe sempre com base em fatos reais, procurando sempre não julgar se baseando em suposições; saiba que para ser leal com o próximo, você precisa ser leal consigo mesma; saiba que ser um cidadão ético estará cooperando para construção de uma sociedade educada, consciente e humana.

Um poeta anônimo soube bem como exprimir o verdadeiro conceito de ética: “Vigie seus pensamentos, porque eles se tornarão palavras; vigie suas palavras, porque elas se tornarão seus atos; vigie seus atos, porque eles se tornarão seus hábitos; vigie seus hábitos, porque eles se tornarão seu caráter; vigie seu caráter, porque ele será o seu destino”.

Presto uma singela homenagem a todos atletas, especialmente as mulheres que estão conquistando seu espaço como exemplo de cidadania, valores cívicos, ética e profissionalismo, superando todas dificuldades, sacrifícios, ousadia e comprometimento nas Olimpíadas em Paris, defendendo a BANDEIRA VERDE E AMARELA DO BRASIL.

Aos Pais dos atletas e comissões técnicas nosso parabéns pela coragem, orientações e aconselhamentos aos heróis, peças chaves para conquista das MEDALHAS nos jogos Olímpicos de Paris com honradez e dignidade. EDUCAÇÃO NÃO É DESPESA, É INVESTIMENTO! A SOCIEDADE PRECISA AMAR E RESPEITAR MAIS O ESPORTE E A CULTURA!

O momento é de ação e não de omissão, considerando que quem cria e descria qualquer coisa é o ser humano. No entanto é de fundamental importância que o ELEITOR SAIBA USAR A ARMA – TÍTULO ELEITORAL nas eleições, observando o Caráter, a Capacidade e o Compromisso dos candidatos, porque é na área do governo que se decidem os destinos do país e as condições de vida da população.

Como o Brasil pode ter “ORDEM E PROGRESSO” sem o exercício da cidadania? Rui Barbosa escreveu: “Quem não luta pelos seus direitos não é digno deles”. SEJA A MUDANÇA!

“Não erramos quando damos muito de nós a alguém. Erramos quando esperamos o reconhecimento de alguém que não sabe valorizar a sinceridade que lhe damos.”

De mãos dadas exercendo a cidadania com educação, valores cívicos e ética com certeza construiremos um Brasil melhor para futuras gerações!


Alderico Sena – Especialista em Gestão de Pessoas, Ex-Assessor da UFBA/UFES, IAT Instituto Anísio Teixeira e Ex-Superintendente do SESCOOP- Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo site: aldericosena.com 

 

Alderico Sena Sena
29 de jul. de 2024
7 min de leitura

Colunista Destaque – Alderico Sena


Lei que conquista conhecimento, realiza sonhos e resolve muitos problemas LEI-TURA! “QUEM NÃO LÊ, MAL FALA, MAL OUVE E MAL VÊ”.

A inversão de valores conquistou espaço nas famílias modernas. Vivemos em um mundo de transformações, onde o ser humano precisa mais de amor, ética, respeito, confiança, lealdade, responsabilidade, segurança e paz.

Sempre alerta com as crianças e adolescentes é preciso. O Estatuto da criança e do Adolescente completou 34 anos – Lei 8.069 sancionada em 13 de julho de 1990. A Constituição Federal Art. 227 garante: “É dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança ao adolescente, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-los a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão.”

Criança e adolescente precisam do apoio e segurança da família, sociedade e Estado. A violência contra crianças e adolescentes é um grave problema social que afeta milhares de vítimas no Brasil.

“No Bairro de Pernambués em 24/07/2024, onde foi encontrada amarrada e morta perto do imóvel onde morava a menina de 8 anos”.

Na edição de 23/07/2024 do Jornal A TARDE matéria “Crianças de até 14 anos são 71% das vítimas de estupros na Bahia. Alerta cenário pode ser ainda mais grave, porque há muita subnotificação no Estado.”

Fonte Congresso Foco – “Brasília, 22 de julho de 2024 – Ao menos 1040 crianças indígenas morreram no Brasil em 2023, diz relatório do CIMI – Conselho Indigenista Missionário.”

Os três poderes constituídos e os órgãos de direitos humanos precisam estudar meios para conter o grau de violência no país com crianças e adolescentes. A violência contra crianças e adolescentes pode ser definida como qualquer ação ou omissão que cause danos emocionais, sofrimento físico e psicológico. Essa violência pode ocorrer em diferentes contextos, como na família, na escola, na comunidade ou na internet, e envolver diferentes agentes, como pais, parentes, professores, colegas, vizinhos ou desconhecidos. A violência pode ser classificada:

1-Violência física: é o uso da força física para ferir, machucar ou provocar dor na criança ou no adolescente. 2- Violência psicológica: é o uso de palavras ou gestos para humilhar, ameaçar, rejeitar, isolar ou manipular a criança ou o adolescente. 3- Violência sexual: é o envolvimento da criança ou do adolescente em atividades sexuais que não correspondem ao seu nível de desenvolvimento ou que violam as normas legais ou sociais. 4- Violência patrimonial: é o uso indevido ou a destruição dos bens materiais da criança ou do adolescente. 5- Negligência: é a falta de cuidado ou de atenção às necessidades básicas da criança ou do adolescente. 6- Trabalho infantil: é a exploração da mão de obra da criança ou do adolescente em atividades que prejudicam seu desenvolvimento físico, mental, social ou educacional. 7- A violência contra crianças e adolescentes pode ter diferentes frequências e intensidades. Algumas violências são pontuais e leves; outras são contínuas e graves. Algumas violências são visíveis e evidentes; outras são ocultas e silenciosas. Algumas violências são denunciadas e investigadas; outras são ignoradas e impunes. 8- A violência contra crianças e adolescentes não tem uma causa única nem simples. Ela é resultado de uma complexa interação de fatores individuais, familiares, sociais e culturais que influenciam as atitudes e os comportamentos dos agressores e das vítimas. Alguns desses fatores são: Individuais: são as características pessoais dos agressores e das vítimas que podem aumentar a probabilidade ou a vulnerabilidade à violência. Familiares: são as condições e as relações no ambiente doméstico dos agressores e das vítimas que podem favorecer ou dificultar a violência. Sociais: são as influências e as pressões do contexto externo aos agressores e às vítimas que podem estimular ou inibir a violência. Culturais: são as crenças e os costumes da sociedade em que os agressores e as vítimas estão inseridos que podem justificar ou condenar a violência.

A violência contra crianças e adolescentes pode trazer sérias consequências para o desenvolvimento físico, psicológico, social e educacional das vítimas. Essas consequências podem variar de acordo com o tipo, a frequência, a intensidade e a duração da violência, bem como com as características, os recursos e as reações das vítimas. Algumas dessas consequências são: 1- Físicas: são os danos causados ao corpo da criança ou do adolescente pela violência. 2- Psicológicas: são os danos causados à mente da criança ou do adolescente pela violência. 3- Sociais: são os danos causados à interação da criança ou do adolescente com os outros pela violência. 4- Educacionais: são os danos causados à aprendizagem da criança ou do adolescente pela violência.

Essas consequências podem afetar não apenas as vítimas diretas da violência, mas também as testemunhas indiretas e a sociedade em geral. A violência contra crianças e adolescentes é um fator de risco para o desenvolvimento humano e para a paz social. Por isso, é preciso prevenir e combater essa violência com urgência e eficácia.A prevenção e o combate à violência contra crianças e adolescentes são responsabilidades de todos: família, escola, comunidade e Estado. Cada um desses agentes pode contribuir para a proteção integral das crianças e dos adolescentes por meio de ações como: 1- Família: é o primeiro e principal espaço de convivência e formação das crianças e dos adolescentes. A família pode prevenir e combater a violência contra eles por meio de ações como: fortalecer o vínculo afetivo entre pais e filhos; estabelecer limites e regras claras e consistentes; usar métodos educativos não violentos; dialogar e ouvir as opiniões e os sentimentos dos filhos; respeitar as características e as necessidades de cada filho; oferecer cuidado e atenção às necessidades básicas dos filhos; acompanhar e orientar as atividades escolares e sociais dos filhos; buscar apoio profissional ou comunitário em caso de dificuldades ou conflitos; denunciar ou afastar os agressores de dentro ou de fora da família. 2- Escola: é o segundo e importante espaço de convivência e formação das crianças e dos adolescentes. A escola pode prevenir e combater a violência contra eles por meio de ações como: promover uma cultura de paz e de direitos humanos; criar um ambiente acolhedor, seguro e estimulante; desenvolver um projeto político-pedagógico participativo e inclusivo; adotar uma metodologia de ensino-aprendizagem lúdica, crítica e significativa; avaliar o processo educativo de forma contínua e formativa; incentivar a participação e a autonomia dos alunos; valorizar a diversidade e a singularidade dos alunos; estimular a cooperação e o respeito entre os alunos e entre os alunos e os professores; prevenir e combater o bullying e outras formas de violência escolar; encaminhar os casos de violência para os órgãos competentes. 3- Comunidade: é o terceiro e amplo espaço de convivência e formação das crianças e dos adolescentes. A comunidade pode prevenir e combater a violência contra eles por meio de ações como: oferecer oportunidades de lazer, cultura, esporte e arte; criar espaços de participação, expressão e protagonismo juvenil; fortalecer a rede social de apoio às famílias em situação de vulnerabilidade ou violência; mobilizar e sensibilizar a sociedade para a defesa dos direitos das crianças e dos adolescentes; fiscalizar e denunciar as situações de violação desses direitos; exigir e acompanhar as políticas públicas voltadas para essa população. 4- Estado: é o quarto e último espaço de convivência e formação das crianças e dos adolescentes. O Estado pode prevenir e combater a violência contra eles por meio de ações como: garantir o cumprimento da Constituição Federal e do Estatuto da Criança e do Adolescente ( ECA) e das demais leis que protegem essa população; implementar políticas públicas intersetoriais, universais, específicas e focalizadas para as crianças e os adolescentes; prover serviços públicos de qualidade nas áreas de saúde, educação e a instalação de bibliotecas nos Bairros para incentivar o estudo e o gosto pela LEI-TURA, assistência social, cultura, esporte, lazer, segurança, justiça etc.; capacitar os profissionais que atuam com essa população para a prevenção, o diagnóstico, o atendimento, o encaminhamento e o acompanhamento dos casos de violência; criar mecanismos de controle social, participação popular e transparência na gestão pública.

A violência contra crianças e adolescentes é um problema complexo que exige uma resposta integrada. Somente com a articulação entre família, escola, comunidade e Estado será possível garantir o direito à vida, à saúde, à educação, à cultura, à dignidade, à liberdade e ao respeito de todas as crianças e adolescentes. Senhor Presidente Luiz Inácio Lula da Silva e Governador do Estado da Bahia, Jeronimo Rodrigues, só poderemos “combater o bom combate” para galgar incentivo as crianças e jovens com investimentos na EDUCAÇÃO, conforme art. 205 da Constituição Federal “Educação, direito de todos e dever do Estado e da família”.

São 35 anos sem a criação da matéria educação associativa no primeiro e segundo graus, constante no Art. 49 do Ato das Disposição Transitórias da Constituição do Estado da Bahia de 1989.

Na esfera federal é preciso que o Presidente LULA crie o S da Cultura e do Esporte – SESESPOC – SERVIÇO SOCIAL DO ESPORTE E CULTURA para os investimentos e inclusão social de crianças e jovens talentosos, conforme proposta formulada nos artigos publicados no Noticia Livre em 27 de outubro de 2022, conforme segue: “ Alderico Sena, propõe a criação do SESESPOC e em 7 de novembro de 2022- O porquê da importância da criação do SESESPOC, encaminhados a Ministra da Cultura, Margareth Menezes, Ministro da Comunicação, Paulo Pimento , Imprensa, local e nacional, solicitando o apoio para esse investimento de suma importância para crianças e adolescentes talentosos.

Senhor Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, precisamos fazer algo pelas crianças e jovens no país. O SESCOOP – Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo, foi criado, através de Medida Provisória Nº 1715/98 pelo Presidente Fernando Henrique Cardoso, onde o Senhor também poderá assinar uma MP para proporcionar as crianças e aos jovens esse SONHO. Lembrando que os recursos da Arte, Esporte e Cultura estão sendo destinados a outros S (SESI, SESC, SEBRAE, SENAR ETC.)


SOCIEDADE, O MOMENTO É DE REFLEXÃO PARA PENSAR DE QUEM É A CULPA DE TUDO QUE ESTÁ OCORRENDO NO PAÍS, PRINCIPALMENTE COM RELAÇÃO A DESIGUALDADE SOCIAL, FOME, MISÉRIA, VIOLÊNÇIA E A FORMA QUE PODEREMOS TRANSFORMAR AS COISAS A PARTIR DAS PRÓXIMAS ELEIÇÕES!NA MINHA VISÃO POLÍTICA, O ELEITOR É O CULPADO, QUE VOTA NO TER E NÃO NOS TRÊS C – CARÁTER, CAPACIDADE E COMPROMISSO DOS CANDIDATOS PARA CONDUZIREM A COISA PÚBLICA, PORQUE É NA ÁREA DO GOVERNO QUE SE DECIDEM OS DESTINOS DO PAÍS E AS CONDIÇÕES DE VIDA DA POPULAÇÃO.


QUAL O BRASIL QUE QUEREMOS DEIXAR PARA OS FILHOS DOS NOSSOS FILHOS?

ELEITOR, A ESCASSESZ DE LÍDERES, OS PODERES CONSTITUIDOS FRAGILIZADOS E A FALTA DE MAIORES INVESTIMENTOS NA EDUCAÇÃO SÃO OS PRINCIPAIS FATORES QUE CONTRIBUIRAM PARA A BANALIZAÇÃO DOS VALORES MORAIS, ONDE O TER PASSOU A PRAVELECER MAIS DO QUE O SER CARÁTER! EDUCAÇÃO É INVESTIMENTO E NÃO DESPESA!


CPI DO ELEITOR É O VOTO CONSCIENTE NA URNA NO DIA DA ELEIÇÃO 06 DE OUTUBRO E PAREM DE RECLAMAR! A HORA É DE AÇÃO E NÃO DE OMISSÃO. SEJA A MUDANÇA!


SE TODOS COOPERAREM CONSTRUIREMOS UM BRASIL MELHOR PARA AS FUTURAS GERAÇÕES!


Alderico Sena – Especialista em Gestão de Pessoas, Membro Fundador e Ex-Superintendente do SESCOOP/BAHIA – Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Estado da Bahia site: aldericosena.com

 

 

COLUNISTA DESTAQUE – Alderico Sena


Com muita honra tive a oportunidade de participar e cooperar com a 8ª Conferência Nacional da Saúde em 1986 em Brasília-DF, na época exercia o cargo de Diretor Regional de Pessoal do INAMPS-Bada Previdência Social na gestão do Dr. Luiz Leal e do seu sucessor Dr. Paulo Morais, a frente da Superintendência Regional da Bahia, por esta razão, sinto-me no dever de informar a sociedade como foi criado o SUDS e depois o SUS – Sistema Único de Saúde com a participação de dois baianos ilustres a frente dos Ministérios da Saúde e da Previdência Social, Dr. Roberto Filgueiras Santos e Dr. Waldir Pires.


A 8ª Conferência Nacional da Saúde, é considerada um MARCO na história das conferências. Foi a primeira Conferência Nacional da Saúde aberta à sociedade civil organizada que resultou na implantação do Sistema Unificado e Descentralizado de Saúde (SUDS) com convênio firmado entre a Previdência Social/INAMPS e os governos estaduais. O mais importante foi ter formado as bases para a seção “Da Saúde” na Constituição da República Federativa do Brasil promulgada em 05 de outubro de 1988 e desempenhou papel fundamental na propagação do movimento da Reforma Sanitária.


Convocada pelo Ministro da saúde, Carlos Santana também baiano e realizada sob a gestão do Dr. Roberto Figueira Santos, a 8ª Conferência teve sua Comissão Organizadora presidida por Dr. Sergio Arouca. Os eixos temáticos da conferência eram compostos por três itens: 1) saúde como direito; 2) reformulação do Sistema Nacional de Saúde e 3) financiamento do setor. Um amplo processo de mobilização social, que articulou representação de diferentes segmentos e estimulou a realização de pré-conferências nos estados, permitiu a reunião de cerca de quatro mil pessoas em Brasília, dos quais mil eram delegados com direito a voz e voto, para discutir os rumos do sistema de saúde.”


O Sistema Unificado e Descentralizado de Saúde (SUDS) foi instituído pelo decreto presidencial em 1987, a partir da proposta da presidência do INAMPS – Instituto Nacional Médica da Previdência Social.


Na Constituição Federal de 1988, foi instituído em seu artigo 196, como forma de efetivar o mandamento constitucional do direito à saúde como um “direito de todos” e “dever do Estado”.


No período de 1983 a 1993 é possível identificar três movimentos com repercussões importantes na configuração do setor saúde: Ações Integradas de Saúde – AIS (1983-1987), Sistemas Unificados e Descentralizados de Saúde nos Estados – SUDS (1988-1989) e o Sistema Único de Saúde – SUS (a partir de 1990).O Sistema Único de Saúde (SUS) é um dos maiores planos de saúde pública do mundo, garantido acesso integral e gratuito para toda a população do país.No entanto é preciso que o homem tenha educação, consciência e saiba USAR O SUS Sistema Único de Saúde, preservando o maior plano de saúde pública do mundo, lembrando que o dinheiro é do POVO recolhidos aos cofres do governo, através dos impostos.


Proponho ao Ministério da Saúde, desenvolver estudos para colocação de Guichês com proteção mais segura para os servidores que atendem ao público, face profissionais saúde estarem vivenciando altos riscos de agressões verbais e físicas nas unidades de saúde da rede pública.


Proponho também a criação do Programa de Atendimento ao Público, capacitando e treinando servidores como o desenvolvido com bons resultados pelo INAMPS – Instituto Nacional de Assistência Médica da Previdência Social nos anos 80.

O Programa, a capacitação e o treinamento dos servidores são ferramentas essências para assegurar um bom atendimento ao público nas unidades de saúde e a segurança dos servidores.


Lembrando que o artigo 196 da Constituição Federal garante: “A SAÚDE É DIREITO DE TODOS E DEVER DO ESTADO”, mas é preciso educação e consciência da população para PRESERVAR O SUS, O MAIOR PLANO DE SAÚDE PÚBLICA DO MUNDO.


Alderico Sena – Especialista em Gestão de Pessoas e Ex-Diretor Regional de Pessoal do INAMPS/BA- Previdência Social – aldericosena.com

 

 

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