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O Brasil precisa instituir o SESPOC – Sistema S da Arte, do Esporte e da Cultura - Redação 11 de fevereiro, 2026   Noticia Lívre

  • há 5 dias
  • 2 min de leitura

Colunista Destaque Alderico Sena


A consolidação de políticas públicas estruturantes voltadas à formação humana exige visão estratégica e compromisso institucional. Nesse contexto, propõe-se a criação do SESPOC – Serviço Social da Arte, do Esporte e da Cultura, nos moldes do Sistema S, como instrumento de desenvolvimento social, econômico e educacional.

 

A experiência histórica brasileira demonstra a eficácia do modelo. Criado em 1942, com a fundação do Senai, o Sistema S tornou-se referência nacional em qualificação profissional, assistência social e promoção da cidadania. Posteriormente, outras entidades como Sesc, Sesi, Senac, Senat, Sebrae, Senar e Sescoop ampliaram a capilaridade e o alcance das ações formativas em todo o território nacional.

 

O Sescoop, instituído pela Medida Provisória nº 1.715/1998, consolidou-se como política pública bem-sucedida voltada ao cooperativismo, evidenciando que o modelo é replicável e eficiente quando há clareza de propósito e governança estruturada.

 

A criação do SESPOC atenderia a uma lacuna estratégica nas áreas de arte, esporte e cultura, setores com comprovado impacto na inclusão social, na geração de emprego e renda, na redução da violência e na formação cidadã. A trajetória de artistas e atletas brasileiros, muitos oriundos de contextos de vulnerabilidade, comprova o potencial transformador desses segmentos.

 

Além do valor simbólico e identitário, arte, esporte e cultura representam cadeias produtivas relevantes, com capacidade de impulsionar economias locais e regionais, fortalecer o turismo e ampliar a arrecadação tributária.

 

Diante disso, a instituição do SESPOC, por meio de Medida Provisória presidencial, representaria um avanço estrutural na política de desenvolvimento humano do país, alinhando inclusão social, qualificação e fortalecimento da economia criativa.

 

O Brasil possui riqueza cultural e talento humano. Falta consolidar uma política permanente, estruturada e institucionalizada para potencializá-los.

 

Alderico Sena - Especialista em Gestão de PessoasMembro Fundador e Ex-Superintendente do SESCOOP – Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Estado da Bahia – site:aldericosena.com

 

 
 
 

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