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 Colunista Destaque – Alderico Sena


É dever dos seres humanos defenderem o planeta do aquecimento global. “As pessoas educam para a competição e esse é o princípio de qualquer guerra.

Quando educarmos para cooperarmos e sermos solidários uns com os outros, nesse dia, estaremos a educar para a paz.” Maria Montessori.

Só poderemos formar bons cidadãos ensinando as crianças desde as primeiras letras a serem cidadãos, quanto aos princípios e valores da cooperação, ajuda mútua, solidariedade, respeito ao próximo e ao Meio Ambiente. Educação, formação e informação começam em casa, ensinando as crianças a SER e não a TER.

A importância das matérias Educação Associativa e Ambiental nas escolas se faz necessária, visando a preservação da natureza para uma melhor qualidade de vida da população e dos animais, com a participação e união por objetivos comuns.

As ideias, atitudes, maneiras de pensar e de agir influenciam diretamente no comportamento das gerações, podendo ser somadas, ou até multiplicadas, durante a interação com outras pessoas que fazem parte de seu ambiente familiar, social e cultural. Ser o exemplo é a melhor forma de educação.

A educação participativa oportuniza novos caminhos e novas formas de convivência, desenvolve a igualdade e a liberdade do direito de pensar, ouvir, questionar, analisar, defender, avaliar, agir e aprovar.

Nas matérias educação Associativa e Ambiental, crianças e jovens descobrem seu potencial e passam a desenvolver valores e atitudes de respeito e solidariedade contribuindo para melhorar a qualidade de vida e a felicidade dos seres humanos, dos animais e do planeta.

A educação ambiental se inicia na família e na escola com atividades práticas, como cuidar das plantas, dos rios, dos animais, do solo, e do meio ambiente. Se estas noções forem compreendidas e praticadas na infância, elas serão adotadas na vida adulta, e essa tomada de consciência vai ser reproduzida, gerando uma interação positiva com a natureza e com o mundo.

Assim como existe a cooperação entre as pessoas, também a cooperação da natureza em busca da própria sobrevivência, fazendo parte deste processo: o sol, a terra, o vento, a chuva, o calor, o frio, o mar, os rios, os animais, o homem e tudo o que existe.

Respeitar e Preservar a Natureza é Preservar a Vida.

As árvores e as plantas são responsáveis pela produção de oxigênio. O vento, a chuva e os pássaros levam sementes e a natureza providencia para que elas germinem. A abelha e outros insetos voam de flor em flor, transportam o pólen e colaboram na geração de novas plantas. A destruição das matas, as queimadas, a poluição dos rios, a matança de animais e o lixo dificultam essa cooperação na natureza. Os seres humanos e animais se alimentam e se curam do Meio Ambiente. Preservar a natureza é ter saúde, água limpa e ar puro.

De mãos dadas na defesa da educação associativa e ambiental nas escolas poderemos cooperar com as novas gerações para salvar o mundo com princípios e valores humanitários como forma também de reduzir as desigualdades sociais e a violência para um mundo melhor.


“EDUCAÇÃO NÃO TRANSFORMA O MUNDO. EDUCAÇÃO MUDA AS PESSOAS. PESSOAS TRANSFORMAM O MUNDO”.


Alderico Sena – Especialista em Gestão de Pessoas – site: aldericosena.com

Colunista Destaque – Alderico Sena


A sociedade civil organizada, precisa exigir as reformas política, partidária, administrativa, penal e a revisão constitucional, por suas importâncias básicas, deveriam ser as primeiras reformas, porque é na área do governo que se decidem os destinos do país e as condições de vida da população. O Brasil está carente de políticos cabeças pensantes “Livre e de Bons Costumes”, há muito tempo como exemplo: Getúlio Vargas, Juscelino Kubitschek, Rômulo Almeida, Celso Furtado, Oscar Niemeyer, dentre outros.


A Alternância de poder é de fundamental importância para novas ideias, projetos, visão, missão e compromisso para o bem comum e o crescimento do país. São inúmeros os exemplos que temos de mandatários que permanecem no poder apesar de exercerem governos sem programa, bem como administrações medíocres e sem realizações relevantes. Isso demonstra como é frágil a percepção do processo político pela coletividade.


Muitas vezes, alguns políticos, usando o prestígio político e o poder para confrontar a lei e aliciar, subornar, oprimir e humilhar. Os necessitados submetem-se a esses métodos, contrariando as suas consciências de pessoas dignas, com receio de perder o emprego, o serviço e outros favores.


Cabe ao presidente da república mais do que a qualquer outro membro dos três poderes, ditar os rumos políticos e econômicos, editar e sancionar as medidas que visam o desenvolvimento do país.


Na democracia, a alternância de poder é imprescindível para que novos métodos políticos e administrativos sejam introduzidos. Os novos administradores que divergem do status quo contribuem para reformular as antigas práticas por meio de métodos modernos de administração não conseguem, devido ao Sistema, esse é um dos fatores da burocracia no setor público o que trava muitos projetos e o crescimento do país.


Compete à sociedade civil organizada e demais setores da sociedade dotados consciência política, defender a transparência para que se concretizem as transformações de que o povo e país necessitam, com base no art. 1º e seu Parágrafo Único da Constituição, visto que: “Todo o poder emana do povo”.


O Brasileiro precisa parar de RECLAMAR. Infelizmente, a preocupação com temas como a alternância de poder, parece ainda distante tanto da população como da classe política. A verdade é que, desde o fim dos anos 90, temos a possibilidade de reeleição para todos os cargos políticos.


Nossa tradição de mudanças sempre foi feita de cima para baixo, ou seja, os mais importantes projetos políticos, bons ou ruins, sempre foram postos “goela abaixo” por omissão da população.


Na verdade, o brasileiro apenas assiste de camarote a evolução dos acontecimentos como é identificado o crescimento do feminicídio contra a mulher, violência sexual de crianças e adolescentes nas estradas, discriminação racial, policiais praticando abordagens e crimes de forma inadequada que não condiz com as regras da instituição.


Desde as eleições de 1989 não temos um quadro de alternância de poder que não condiz com as necessidades do Brasil ser um país desenvolvido.


A escassez de líderes, os poderes constituídos fragilizados e a falta de maiores investimentos na área de recursos humanos como no tempo do DASP – Departamento Administrativo do Serviço Público que tinha o objetivo da educação, formação e capacitação dos servidores públicos. A falta desses pilares contribuiu para a banalização dos valores éticos, morais e profissionais na administração pública.


A Constituição necessita ser revisada para corrigir e aperfeiçoar alguns dos artigos, impondo limites, disciplina, responsabilidade e critérios para o exercício de cargos comissionados no serviço público, visando proteção, amparo e qualidade do serviço público à sociedade.


A Segurança está insegura e os Três Poderes (executivo, legislativo e judiciário) precisam sentar para buscar meios de coibir o avanço da violência, dentre outros desmandos que ocorrem no País. “Quem não vive pra servir, não serve para viver”.


A sociedade Civil Organizada, precisa exigir a reforma política já, que, por sua importância básica, deveria ser a primeira das reformas, porque é na área do governo que se decidem os destinos do país e as condições de vida da população e também a partidária com eleição geral, mandato de 5 (cinco) sem reeleição, voto facultativo, redução de partidos, nível de escolaridade para candidatos a cargos eletivos, devido à complexidade das atividades legislativas e dos projetos que são submetidos apreciação e aprovação de parlamentares, dentre outras medidas para a moralização do Sistema político e da administração pública.


A sociedade precisa exercer a cidadania, a soberania e parar de reclamar, visto que o retrocesso socioeconômico há décadas que o Brasil atravessa, a culpa também é do ELEITOR que não sabe usar o Título Eleitoral.


As mudanças que o Brasil necessita só dependem da consciência política do eleitor.

 

A hora é de ação e não de omissão! Querer é poder!


Alderico Sena – Especialista em Gestão de Pessoas, Coordenador de Pessoal da Assembleia Estadual Constituinte de 1989 e Ex-Diretor Regional do Departamento de Pessoal do INAMPS da Previdência Social site: aldericosena.com

 

Colunista Destaque – Alderico Sena


“Quando os que comandam perdem a vergonha os que obedecem perdem o respeito”. Georg Lichtenberg.


A sociedade precisa pensar melhor e procurar ajudar o Brasil, caso contrário deixará um DÉBITO GIGANTE para as futuras gerações pagarem por tudo e todos os desmandos praticados contra o Brasil, face a omissão e falta do exercício da cidadania e soberania.  O eleitor ainda não entendeu o JOGO DO SISTEMA e continua sendo manipulado pelos políticos de carreira, por não saber usar a maior ARMA que tem em seu poder – TÍTULO ELEITORAL. 


A sociedade é cúmplice dos desmandos praticados nos poderes da administração pública e no Meio Ambiente, face às riquezas naturais e geográficas. É só a sociedade exigir o cumprimento dos representantes o que estabelece a Constituição Federal artigo 37º “A administração pública direta, indireta ou fundacional, de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade, e, também, ao seguinte dos Incisos I ao XXI”.


A sociedade tem que acabar com as políticas e discussões bestas e infantis, quando defende Partidos e políticos de esquerda, direita, centro e etc. Um país que possui 35 partidos políticos recebendo Fundo Partidário, dinheiro do POVO não merece a credibilidade do povo. Na minha concepção é imoral. Partidos têm demais e cadê os compromissos com as causas sociais, econômicas, culturais e políticas para o crescimento do país, visando reduzir as desigualdades sociais, a fome, a miséria, a violência, a discriminação racial, dentre outros agravantes e desprazeres para com a cidadania, principalmente com relação a inexistência de saneamento básico em pleno século XXI.


A sociedade já avaliou o custo anual que é pago aos servidores públicos dos Três Poderes, inclusive as mordomias, altos salários e privilégios de “autoridades”, custeados com os impostos recolhidos pelo governo pelas pessoas físicas e jurídicas.

 

Outro agravante, as corrupções praticadas contra o erário público pelos “corruptores, autoridades, políticos, empresários e etc.”, raramente são devolvidos aos cofres do governo.

Eleitores, nada muda se você não mudar a forma de votar, pesquise o perfil dos pretensos candidatos a cargos eletivos nas eleições de 2026, seja ele quem for, busque informações do Caráter, Competência e Compromisso dos candidatos com as causas coletivas e do país para dar o voto.


Só poderemos fazer o servidor público dos três poderes pensar duas vezes antes de praticar qualquer ato ilegal e imoral na administração pública? Só poderemos conseguir qualidade na educação, saúde, segurança e outros serviços públicos, elegendo políticos “Livres e de bons costumes” que representem de fato e de direito o povo e o país. O eleitor só poderá deixar de ser usado como servidão votando consciente, exercendo a cidadania e a soberania para garantir qualidade na educação, saúde, segurança, dentre outros direitos constitucionais.


A hipocrisia, inversão de valores, ambição, poder e capital dominaram o homem nesse mundo moderno raízes da corrupção e da violência.


O Brasil é um país sem líderes depois do enfraquecimento dos diretórios e grêmios estudantis nas unidades de ensino e também dos Movimentos Sociais.  A sociedade está cometendo um erro grave por não perceber o jogo do SISTEMA quando não participa da Assembleia realizada por: Condomínio, Sindicato e Associação de trabalhadores e Bairros, Conselho de Classes, OSCIP, Cooperativas, dentre outros.


Nesse mundo contemporâneo a sociedade está cruel com ela mesma, é só ler a mensagem de Lima Barreto: “O Brasil não tem povo, apenas público. Povo luta por seus direitos, público só assiste de camarote”. A sociedade não aguenta mais tanta violência com uma segurança insegura, sabendo a hora de sair e retorno para casa? Quando em 1982 o Mestre educador Darcy Ribeiro abordou: “Se os governadores não construírem escolas, em 20 anos faltará dinheiro para construir presídios.”


O Brasil é um país com grandes riquezas naturais e geográficas, mas lhe faltam riquezas humanas, é só observar as atitudes do “homem” com a degradação do MEIO AMBIENTE que alimenta e cura das doenças todos seres humanos e animais no mundo.


Eleitor, a hora é de ação e não de omissão! Quem decide o que a sociedade deseja é o povo através do exercício de cidadania e a soberania, caso contrário o povo continuará sendo USADO como CARTA MARCADA DO BARALHO DO PODER.“


Quem não luta pelos seus direitos não é digno deles”. Escreveu Rui Barbosa


Alderico Sena – Especialista em Gestão de Pessoas – aldericosena.com

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