Pilares da Educação para redução da Desigualdade social – Capítulo IV

Colunista - Alderico Sena

Na minha concepção a única ferramenta para conscientizar os adultos do futuro a não praticar a desigualdade social, discriminação racial, injúria e a violência são os pilares da educação.

Quando os governantes e políticos entenderão que EDUCAÇÃO É INVESTIMENTO E NÃO DESPESA?

O ESTADO não cumpriu com o seu DEVER por não ter criado a educação pública em tempo integral, desde os anos 80 com as cinco refeições (café, merenda, almoço, merenda e janta), para as crianças, a partir do primeiro e segundo graus como também matérias sobre educação associativa e relações interpessoais nas escolas, visando a adotar os alunos de conhecimentos sobre cooperativismo, intercooperação, ética, respeito e solidariedade, objetivando a juventude a viver e conviver em qualquer ambiente social sem discriminação e injúria. Como também apoiar o Movimento do ESCOTISMO e o Movimento BANDEIRANTES que visam ensinamentos e o desenvolvimento das crianças e jovens com disciplina, limite e responsabilidade. Só poderemos formar bons cidadãos ensinando as crianças desde as primeiras letras a serem cidadãos. Só assim também poderemos ter a esperança de uma humanidade melhor e igualitária no futuro.

A desigualdade será basicamente, sempre levará em conta a ocupação profissional, a escolaridade, a riqueza, os bens, moradia, a renda e o ambiente social das pessoas.

Existem duas grandes classes: a trabalhadora (proletariado) e os capitalistas (elite). Enquanto os trabalhadores se importam em sobreviver com míseros salários, os capitalistas se preocupam com o lucro. E, assim, criam as desigualdades e os conflitos sociais, como a opressão, exploração, injúria, discriminação racial e diferenças sociais. A sociedade está sendo cruel com ela mesma, raiz de todos os males, inclusive do crescimento da violência.

De acordo com o estudo liberado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a concentração de renda aumentou em 2018 no país. Os dados mostram que o rendimento mensal dos 1% mais ricos do país é quase 40 vezes maior do que o rendimento da metade mais pobre da população. Entre os anos 2020 e 2021 com a pandemia as linhas da pobreza se agravaram com o aumento do desemprego, fome, miséria, violência, dentre outras consequências para a população de menor poder aquisitivo. Em se tratando do Brasil, a causa primária da pobreza é estrutural e se amplia por meio da má distribuição de renda.

A é marcada pelo processo colonial, cuja sociedade era composta por extremamente desiguais, sendo baseada no trabalho escravo. Uma pequena parcela da população podia ser considerada rica, sendo a sociedade brasileira do período composta majoritariamente por pessoas pobres e miseráveis.

A aprofundou as desigualdades sociais no país recém-formado, deixando os libertos à própria sorte, sem qualquer tipo de amparo estatal. Junto disso, temos que o Brasil sempre foi um país dependente do exterior e iniciou o seu processo de modernização tardiamente, seguindo o padrão dos países subdesenvolvidos.

A é também um dos causadores da pobreza no Brasil. Derivado em parte do crescimento da população urbana brasileira acontece em conjunto com o processo de modernização do campo, que ganhou força nas décadas de 1970 e 1980. Parte dos migrantes, devido à baixa qualificação profissional, acaba por trabalhar em subempregos ou ampliar a massa de desempregados.

A conjuntura econômica nacional e global também podem ampliar o contingente de pessoas vivendo abaixo da linha da pobreza. Exemplos são as crises econômicas da década de 1980 no Brasil e a crise global de 2008. Outros fatores conjunturais, como os associados à saúde pública, podem elevar a pobreza de um país, como a de covid-19, que teve início em março de 2020.


Devido à necessidade de isolamento social, recomendada pela (OMS), muitas pessoas se viram desempregadas ou com seus salários reduzidos. Mesmo com programas de auxílio financeiro em diversos países, inclusive no Brasil, a projeção do Banco Mundial é de que cerca de 100 milhões de pessoas sejam colocadas em situação de extrema pobreza no mundo.


Os estados mais pobres do Brasil se concentram nas regiões Norte e Nordeste do país. O eleitor precisa refletir melhor qual o Brasil que deseja para as futuras gerações e decidir nas URNAS, a partir das próximas eleições com responsabilidade e o exercício de cidadania. “Todo o poder emana do povo”.


No entanto o eleitor precisa fazer o seu dever de casa e deixar de lado o voto de protesto, paixão e revanchismo, pensando em um Brasil melhor para todos, inclusive para as futuras gerações, considerando que são os jovens do futuro que pagarão pelos erros dos eleitores de hoje nas URNAS. A sociedade precisa entender também que as condições de vida da população e do crescimento do País, dependem das decisões políticas nos Poderes Executivo e Legislativo.

Eleitor não interessa quem será o futuro Presidente , desde quando o candidato escolhido tenha três C – Caráter, Competência, Compromisso e zelo com a coisa pública, bastando consultar na Internet o perfil dos candidatos a Presidente da República Federativa do Brasil e o seu Projeto de Estado que vise o desenvolvimento Nacional para um único Brasil sem quaisquer discriminação de Região : (SUL, SUDESTE, OESTE, NORTE E NORDESTE), PRIORIZANDO EDUCAÇÃO, SAÚDE, PESQUISA, TECNOLOGIA, INDÚSTRIA, AGRONEGÓCIO, DENTRE OUTRAS ÁREAS PARA PROPORCIONAR O CRESCIMENTO E O DESENVOLVIMENTO DOS 5.570 MUNICIPIOS DO PAÍS.


ELEITORES, NADA MUDA SE VOCÊ NÃO MUDAR! PAREM, PENSEM NÃO VOTEM NULO E NEM EM BRANCO, VOTEM CONSCIENTE PARA A TRANSFORMAÇÃO DOS RUMOS QUE DESEJAMOS PARA O BARSIL. QUERER É PODER! SEJA A MUDANÇA!


Alderico Sena – Especialista em Gestão de Pessoas e Ex- Assessor do IAT – Instituto Anísio Teixeira – www.aldericosena.com – aldericosena@gmail.com