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Pilares da Educação para o Brasil que todos sonham

17 de março, 2022 Redação

A única ferramenta para conscientizar a sociedade e as futuras gerações a não praticar desigualdade social, discriminação racial, injúria e a violência são os pilares da educação para o Brasil que todos sonham.

Quando a sociedade, governantes e políticos entenderão que EDUCAÇÃO É INVESTIMENTO E NÃO DESPESA?


Se o Estado cumprisse com o seu DEVER na implantação da educação pública em tempo integral, desde os anos 80 como defenderam Anísio Teixeira, Darcy Ribeiro e Paulo Freire com as refeições (café, merenda, almoço, merenda e janta), para as crianças, a partir do primeiro e segundo graus como também matérias sobre educação associativa nas escolas, visando a adotar os alunos de conhecimentos sobre o cooperativismo, objetivando às novas gerações a viver e conviver com intercooperação, ética, respeito, solidariedade e fraternidade em qualquer ambiente social sem atitudes de discriminação e injúria. Outro investimento muito importante para as crianças são os Movimentos do ESCOTISMO e BANDEIRANTES para o desenvolvimento das crianças e jovens com base na disciplina, limite e responsabilidade. “CABEÇA VAZIA PÉ DE FOLIA”. Só poderemos reconstruir o Brasil formando bons cidadãos. Povo educado país desenvolvido.


A desigualdade será basicamente, sempre levará em conta a escolaridade, ocupação profissional, a riqueza, os bens, moradia, a renda e o ambiente social das pessoas.

Existem duas grandes classes: a trabalhadora (proletariado) e os capitalistas (elite). Enquanto os trabalhadores se importam em sobreviver com míseros salários, os capitalistas se preocupam com o lucro. E, assim, criam as desigualdades e os conflitos sociais, como a opressão, exploração, injúria, discriminação racial e diferenças sociais. Em pleno século XXI a sociedade é cruel com ela mesma, raiz de todos os males quando aplica atitude e destrói a natureza, maltrata animais e pratica a violência contra o cidadão.


De acordo com o estudo liberado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a concentração de renda aumentou em 2018 no país. Os dados mostram que o rendimento mensal dos 1% mais ricos do país é quase 40 vezes maior do que o rendimento da metade mais pobre da população. Entre os anos 2020 e 2021 com a pandemia as linhas da pobreza se agravaram com o aumento do desemprego, fome, miséria, violência, dentre outras consequências para a população de menor poder aquisitivo.


A conjuntura econômica nacional e global também podem ampliar o contingente de pessoas vivendo abaixo da linha da pobreza. Exemplos são as crises econômicas da década de 1980 no Brasil e a crise global de 2008. Outros fatores conjunturais, como os associados à saúde pública, podem elevar a pobreza de um país, como a pandemia de covid-19, que teve início em março de 2020.


Devido à necessidade de isolamento social, recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), muitas pessoas se viram desempregadas ou com seus salários reduzidos. Mesmo com programas de auxílio financeiro em diversos países, inclusive no Brasil, a projeção do Banco Mundial é de que cerca de 100 milhões de pessoas sejam colocadas em situação de extrema pobreza no mundo.

Os estados mais pobres do Brasil se concentram nas regiões Norte e Nordeste do país apesar de todas as riquezas naturais e dimensões geográficas.


O eleitor precisa refletir melhor qual o Brasil que deseja para as gerações que virão, respondendo nas URNAS no dia 02 de outubro com responsabilidade, considerando que as condições de vida da população e o crescimento do país, dependem da escolha do perfil dos políticos que cada eleitor escolher. SEJA A MUDANÇA! “TODO O PODER EMANA DO POVO”.


No entanto o eleitor precisa exercer a sua cidadania deixando de lado o voto de protesto, paixão, revanchismo e partidário, pensando em um Brasil melhor para todos, inclusive para as futuras gerações, considerando que são os jovens do futuro que pagarão pelos erros dos eleitores de hoje nas URNAS.


Eleitor não interessa quem será o futuro Presidente da República Federativa do Brasil, fica na consciência e responsabilidade do eleitor, desde quando os eleitos cumpram com o que está escrita na CONSTITUIÇÃO Artigo 37. “A administração pública direta, indireta ou fundacional, de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade moralidade, publicidade e, também, ao seguinte: incisos I ao XXI”.


Sugiro a cada eleitor consultar a história, perfil e PROPOSTAS dos candidatos a Presidente da República, Senadores, Governadores e deputados Federais na Internet, objetivando votar certo para a sociedade e o Brasil sejam bem representados politicamente a partir das eleições de 2022 para o crescimento do País, sem quaisquer discriminações de Regiões: (SUL, SUDESTE, OESTE, NORTE E NORDESTE). O Brasil é um SÓ!


ELEITORES, NADA MUDA SE VOCÊS NÃO MUDAREM! QUERER É PODER! SEJA A MUDANÇA!


Alderico Sena – Especialista em Gestão de Pessoas, Coordenador de Pessoal da Assembleia Estadual Constituinte, Ex-Assessor do IAT – Instituto Anísio Teixeira e Membro do Conselho Fiscal do Grupo de Escotismo Maestro Wanderley – www.aldericosena.com