Banalização dos valores morais

A escassez de líderes, Poderes Constituídos fragilizados e a falta de maiores investimentos na educação são os principais fatores que contribuíram para a banalização dos valores morais, o que tem provocado também o crescimento da violência e da impunidade no País. O Brasil carece também de líderes políticos hábeis, sábios e inteligentes de ideias e ideais que visem os interesses coletivos e do Brasil.

O ser humano perdeu a noção do que é certo e do que é errado; está tudo banalizado e desmoralizante, devido à falta de fiscalização e de punições severas, afinal “todos são iguais perante a Lei”. Conceito, atitude, responsabilidade, disciplina, limite, comportamento, compromisso, caráter, ética, moral e competência são palavras que desapareceram do dicionário. Toda e qualquer atitude incoerente de um ser humano, como a do LAVA JATO, dentre outros, repercute negativamente e prejudicial para a sociedade e o Brasil.

O que vem ocorrendo com a humanidade nestas últimas décadas é inexplicável, devido ao elevado grau de insensatez, falta de amor, de solidariedade e de respeito a si mesmo. Quem quer respeito se respeita, e ninguém respeita mais ninguém. Essa insensibilidade e incoerência humana vêm refletindo e muito nos lares familiares e nos meios profissionais, e mesmo assim, a sociedade não reage a todos os desmandos praticados contra a coisa pública e a humanidade. As pessoas estão com medo de tudo, de falar, de discordar e de sair de casa por causa da violência em todas as esferas sociais e institucionais.

A sociedade não aguenta mais tanta impunidade; chegamos a um limite de tolerância zero. Não podemos deixar essas arbitrariedades caírem no esquecimento ou fazer de conta que tudo está maravilhosamente bem no Brasil. Sociedade é hora de ação e não de omissão, considerando que os interesses pessoais e de grupos econômicos não poderão estar acima dos interesses da Nação.

Na minha tese todo delinquente e corrupto deveria trabalhar no meio rural para produzir e contribuir com trabalhos sociais para as comunidades e instituições associativas carentes e para a subsistência das famílias dos presidiários. Sou contra o governo manter delinquentes, corruptos e corruptores com os tributos pagos recolhidos pela sociedade aos cofres públicos.

Com investimentos em educação e geração de trabalho, o custo Brasil se reduziria em 60%, e o delinquente aprenderia a ser ético, solidário, sensato e a respeitar o próximo como cidadão.

A família precisa ser resgatada e o primeiro passo é impor limites aos jovens, que estão sem limites e sem controle devido a alguns pais não saberem educar os seus filhos, com autoridade, amor e disciplina.

Cabe aos eleitores o cumprimento do dever de saber escolher com responsabilidade os seus candidatos a partir da próxima eleição para que possamos ter um Congresso Nacional, Assembleias Legislativas e Câmaras de Vereadores composto de homens de bons costumes para exercerem a fiscalização e a representação política de uma sociedade carente de líderes.

O governo e o Congresso Nacional até então não demonstraram interesse para aprovação da reforma política que venha impor a moralização do sistema eleitoral falido, ultrapassado e viciado, para que todo e qualquer cidadão possa participar do processo político eleitoral e assim servir ao Brasil e não a grupos financiadores de campanha, considerando que ninguém dá dinheiro para não querer nada em troca, como o exemplo do “LAVA JATO S/A”. Por esta razão é que defendo o financiamento publico de campanha.

Eleitores, antes das próximas eleições, reflitam o que queremos e o que não queremos, para deixar de melhor para os nossos filhos e netos, visto que nem todos os políticos são iguais, e o representante da cidadania é escolha de cada eleitor. Anular e votar em branco não é a solução para não eleger e reeleger políticos que utilizam o“DANDO QUE SE RECEBE”. A revolta do eleitor deve ser demonstrada na urna com o voto consciente.

Precisamos valorizar e acreditar no poder do voto conquistado em 1988 e acreditar, sim, que valeu a pena as lutas dos companheiros, em plena era do regime militar para viver e conviver em Democracia no Brasil. Eleitores, vamos todos salvar o Brasil das garras dos malfeitores e da banalização dos valores morais! CPI DO ELEITOR É O VOTO CONSCIENTE. QUERER É PODER!

Parabenizamos, à postura ética dos 26 Senadores “representantes do povo brasileiro” da Comissão de Constituição e Justiça, que aprovaram a recondução do procurador geral da República, Rodrigo Janot, para mais um mandato à frente do Ministério Público, o Juiz Sérgio Mouro e a Polícia Federal, que conduzem os processos da Operação Lava Jato na defesa da PÁTRIA, AMADA BRASIL. Afinal, “todos são iguais perante a Lei”. Vamos todos honrar o que está escrita no “Preâmbulo da CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL Instituir Estado Democrático, sob a proteção de DEUS”.

ALDERICO SENA – BACHAREL EM TEOLOGIA, SOCIEDADE E POLÍTICA, ESPECIALISTA EM GESTÃO DE PESSOAS – ALDERICOSENA@HOTMAIL.COM - - www.aldericosena.com

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